Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Governo responde a PCP e BE
Política 23 mai, 2022, 15:14

Governo responde a PCP e BE

O PCP e o Bloco de Esquerda defenderam a exclusividade dos profissionais do SNS, tendo o Governo respondido que irá regulamentar o regime de dedicação plena, mas que a lei precisa de densificação e está sujeita a negociação sindical.

Durante a manhã do primeiro dia de debate na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), no parlamento, os ex-parceiros da ‘geringonça’ voltaram a um dos temas centrais nas negociações dos últimos orçamentos: o regime de contratação dos profissionais do SNS.

Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda – partido que apresentou uma proposta que inclui a aplicação do regime de exclusividade com incentivos associados aos profissionais dos cuidados de saúde primários –, considerou que os anúncios da ministra da Saúde “pura e simplesmente desapareceram” da proposta orçamental do Governo.

“Não há uma alínea que os refira”, disse, apelando para que os partidos viabilizem as propostas bloquistas nesta temática para reforçar a saúde, acrescentando que “os anúncios enchem telejornais, mas não resolvem nada no SNS”.

Pelo PCP, o deputado João Dias, argumentou que “as dificuldades na contratação e na fixação de profissionais de saúde têm causas: sem condições de trabalho, sem carreiras dignas, sem progressão, nem desenvolvimento profissional, sem remuneração justa perdem-se trabalhadores para o privado e para a imigração”.

Os comunistas defendem o regime de exclusividade no SNS, que integre propostas que fixam e retêm os profissionais como a implementação do regime da dedicação exclusiva, opcional, que aumente em 50% a remuneração base mensal e acrescido da contabilização dos pontos para efeitos de alteração do processamento remuneratório, assim como um novo apoio para compensar as despesas com habitação.

Por seu lado, a deputada socialista Maria Antónia de Almeida Santos defendeu, ao invés, o regime de dedicação plena, justificando com o facto de ser “progressiva, voluntária e de compromisso” que envolve sindicatos,” mais horas, mais remuneração” e clarifica finalmente o regime das incompatibilidades.

“Não defendemos o regime de exclusividade por ser automática, sem escolha, contra os profissionais e que geraria certamente uma debandada destes profissionais do SNS”, afirmou, considerando que “ao Estado cabe promover uma política de recursos humanos que valorize a dedicação plena como regime de trabalho dos profissionais de saúde, do SNS, podendo criar obviamente incentivos”.

Perante os argumentos dos partidos à esquerda do PS, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, frisou que relativamente ao regime de dedicação plena, em 2022, o Governo procede à regulamentação do número 3 da base 29 da Lei de Bases, aprovando um anexo à lei 95 de 2019, através da implementação de um regime de trabalho de dedicação plena nos estabelecimentos, no quadro do novo estatuto do SNS ainda a aprovar.

O responsável governativo frisou que tal será em consonância com a inscrição no programa do Governo do compromisso de implementar o regime de trabalho de dedicação plena e da aplicação progressiva a iniciar pelos trabalhadores médicos numa base voluntária com negociação sindical do acréscimo normal do período de trabalho em vigor e do acréscimo remuneratório e do regime de incompatibilidades.

“Trata-se de um regime que necessita obviamente de uma densificação na sua elaboração, que é de aplicação progressiva, de acordo com metas de critérios de desempenho e mérito, que é opcional e sujeito a negociação sindical”, disse.

Pode também gostar

Quarentena e dois testes negativos (vídeo)

Quarentena e dois testes negativos (vídeo)

CDU quer dar voz à população (áudio)

CDU quer dar voz à população (áudio)

Covid-19 atrasa diagnóstico do cancro (vídeo)

Covid-19 atrasa diagnóstico do cancro (vídeo)

Ministra defende reforço da produção da aquacultura em Portugal

Ministra defende reforço da produção da aquacultura em Portugal

Procrastinação é “problema da maior parte das crises financeiras”

Procrastinação é “problema da maior parte das crises financeiras”

Albuquerque quer novo acesso à justiça para a classe média (áudio)

Albuquerque quer novo acesso à justiça para a classe média (áudio)

IFCN promete reduzir o número de pinheiros cedidos às instituições (áudio)

IFCN promete reduzir o número de pinheiros cedidos às instituições (áudio)

Governo segue recomendação da CTI e escolhe Alcochete

Governo segue recomendação da CTI e escolhe Alcochete

Bruxelas insta Portugal a transpor novas regras das telecomunicações

Bruxelas insta Portugal a transpor novas regras das telecomunicações

Produtos agrícolas da Região devem ser incluídos nos menus escolares – CDS

Produtos agrícolas da Região devem ser incluídos nos menus escolares – CDS

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026