Nuno Maciel explicou que as 500 toneladas de atum provêm de outros países da União Europeia que não a esgotaram.
Numa redistribuição, as duas regiões autónomas ficarão com mais estas capturas.
Os armadores serão informados em breve desta abertura em capturar.
As quotas entre as duas regiões são dirimidas entre as associações, já que existem algumas regras, caso da arqueação bruta das embarcações.