Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Venezuela: Mais de 1.500 protestos em 90 dias
Sociedade 24 abr, 2021, 12:44

Venezuela: Mais de 1.500 protestos em 90 dias

No primeiro trimestre deste ano, em plena quarentena da Covid-19, os venezuelanos realizaram mais de 1.500 protestos, para reivindicar, principalmente, direitos económicos e sociais, segundo dados divulgados este sábado pelo Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais (OVCS).

“Nos primeiros 90 dias de 2021 registámos 1.506 protestos, o equivalente a uma média de 17 por dia. Este valor representa uma redução de 24% em relação ao mesmo período do ano passado”, explica o relatório “Conflituosidade social no primeiro trimestre de 2021, na Venezuela”.

O documento afirma que “nem a covid-19, nem a repressão travam as exigências cidadãs” e que “a Venezuela cumpriu um ano” em “estado de alarme pela covid-19, aprofundando a emergência humanitária e aumentando as restrições complexas e crescentes às liberdades”.

“É cada vez mais difícil manter as condições mínimas de vida em aspetos fundamentais como saúde, alimentação e habitação”, explica.

Segundo o OVCS dos 1.506 protestos documentados, 1.144 foram por “direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, o que representa 76% do total de demandas registadas”.

Os estados de Anzoátegui e Sucre (cada um com 130), foram os que registaram mais protestos, seguindo-se Táchira (120), Lara (111), Portuguesa (101) e Mérida (100), Miranda (97), o Distrito Capital (91), Bolívar (76) e Monágas (74).

O pagamento dos salários em dólares e não em bolívares (moeda local) “é a principal exigência dos trabalhadores” que reclamam “um salário para viver com dignidade”.

“Repressão e a covid-19: foram reprimidos 23 protestos em 13 estados, com um balanço de 13 detidos, 6 feridos e 1 falecido (…) os trabalhadores da saúde reclamam um salário ajustado à atualidade. Os doentes e familiares exigem materiais (hospitalares) e equipamentos de biossegurança”, explica o relatório.

Por outro lado, os professores, exigem condições seguras para regressar às aulas presenciais e denunciam ter sido ameaçados que seriam “substituídos por jovens” do programa governamental “Chamba Juvenil” por se negarem a retomar as aulas “até que as suas reclamações sejam atendidas”.

Houve ainda protestos de trabalhadores reclamando dificuldades no acesso aos serviços de saúde, compra de medicamentos, alimentos e bens de primeira necessidade.

“O salário mínimo de 1 dólar mensal é insuficiente para pagar os serviços básicos que são cobrados em moeda estrangeira, de maneira excessiva”, explica-se.

O setor do transporte marchou contra a falta de autocarros e reclamando as “longas jornadas para abastecer-se de combustível”, enquanto os passageiros reclamaram aumentos dos preços, que algumas viagens são cobradas em dólares e falta de medidas preventivas da covid-19.

Produtores, comerciantes e trabalhadores reclamaram por “limitações nos horários, cobranças excessivas de impostos, extorsões e retenção de mercadorias”.

Segundo o relatório houve queixas contra o acesso limitado a água potável e irregularidades na distribuição de gás. Também porque algumas regiões registam cortes elétricos prolongados e flutuações energéticas.

A recolha de lixo, problemas de esgotos, a deterioração de estradas, as falhas de telefonia móvel e fixa, internet e televisão por assinatura, o pagamento da gasolina em dólares e “a repressão e abuso de poder” dos militares, são motivos “que começam a ganhar terreno nas manifestações sociais”.

Os venezuelanos exigem ainda “um plano de vacinação nacional contra a covid-19, para todos” e alertam que há “surtos” de sarampo, paludismo e salmonela, em várias regiões.

“Aumentam os protestos e denúncias contra os altos índices de insegurança, perigo de assalto, roubos e tentativas de invasão de casas e estabelecimentos”, explica.

Os direitos humanos, o assassinato de mulheres, atrasos na distribuição de alimentos subsidiados pelo Estado e o aumento dos preços de produtos foram outros motivos que levaram os venezuelanos às ruas.

C/Lusa 

Pode também gostar

Não foi encontrado o mosquito da Zika na Madeira mas sim o Aedes Aegipti

Não foi encontrado o mosquito da Zika na Madeira mas sim o Aedes Aegipti

Empresários da Guarda defendem construção do novo aeroporto na Ota

Empresários da Guarda defendem construção do novo aeroporto na Ota

Liga Contra o Cancro lança nova edição do prémio jornalismo «em nome da vida» (áudio)

Liga Contra o Cancro lança nova edição do prémio jornalismo «em nome da vida» (áudio)

Covid-19: Ações concertadas evitaram uma catástrofe prevista para África – OMS

Covid-19: Ações concertadas evitaram uma catástrofe prevista para África – OMS

Portugal é sétimo da União Europeia com mais novos casos diários

Portugal é sétimo da União Europeia com mais novos casos diários

Governo espera devolver reembolso do IRS em 11 dias

Governo espera devolver reembolso do IRS em 11 dias

Protesto dos `coletes amarelos` chega à Madeira

Protesto dos `coletes amarelos` chega à Madeira

Vistoria à escarpa na Praia Formosa (áudio)

Vistoria à escarpa na Praia Formosa (áudio)

Direitos de autor preocupam as bandas filarmónicas (vídeo)

Direitos de autor preocupam as bandas filarmónicas (vídeo)

Brexit: Theresa May pede flexibilidade à UE

Brexit: Theresa May pede flexibilidade à UE

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026