Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites
RÁDIO • RTP Antena 1 Madeira

RÁDIO • RTP Antena 3 Madeira

TV • RTP Madeira

Venezuela: Forças de segurança assassinaram 73 pessoas em 30 dias
Sociedade 06 dez, 2021, 20:20

Venezuela: Forças de segurança assassinaram 73 pessoas em 30 dias

A ONG venezuelana Controlo Cidadão (CC), denunciou hoje que pelo menos 73 pessoas, alegadamente envolvidas em diferentes delitos, foram assassinadas por polícias e militares em novembro, prática que, afirma, «converteu-se numa política de Estado».

“Só no mês de novembro de 2021, a CC contabilizou 73 ‘abatidos’ pela mão dos organismos de segurança do Estado e das Forças Armadas Bolivarianas (FANB), em operações em 13 entidades regionais do país”, explica a ONG na sua página web.

Segundo a CC, “a maioria destas mortes pode ser classificada como execuções extrajudiciais, com a presunção da violação do direito à vida, à integridade pessoal e ao processo judicial”.

A ONG sublinha ainda que “nenhuma mulher aparece no registo” de vítimas.

“O número de pessoas abatidas em ações realizadas por organismos de segurança do Estado e membros das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) em todo o país está a aumentar. Por esta razão, a CC decidiu começar a publicar um registo mensal de mortes potencialmente ilegais às mãos de agentes policiais e militares”, afirma a ONG.

“A monitorização mensal dos meios de comunicação social dá conta” dos assassinatos, sublinha.

Segundo a presidente da CC, Rocío San Miguel, “a prática de executar alegados criminosos converteu-se numa política do Estado” venezuelano e “a regra do envolvimento das forças de segurança do Estado e da FANB nos procedimentos de segurança parece ser ‘dispararem a matar’, o que não só viola a Constituição, mas também aumenta os níveis de violência na sociedade”.

Segundo o registo realizado pela CC, em novembro, os Estados de Sucre, Zúlia, Monágas, Miranda e Caracas, a capital do país foram as regiões com maior número de pessoas executadas pelos organismos de segurança do Estado e as FANB.

O maior número de assassinatos teve lugar em Sucre, com 22 alegados membros do bando “Tren del Llano”, no quadro de uma operação das FANB, do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (serviços de informações), e três departamentos policiais.

“Vale a pena mencionar que, no quadro da chamada ‘União Cívico-militar Policial’, o Governo venezuelano tem intensificado a execução de operações mistas, com a participação conjunta de oficiais das forças de segurança do Estado e membros das Forças Armadas Nacionais, sem determinar claramente a linha de comando, o oficial responsável pela operação, assim como as unidades e oficiais sob o seu comando, o que dificulta a determinação de responsabilidades em caso de violação dos Direitos Humanos”, sublinha a ONG.

Segundo a CC, 40% dos casos registados em novembro envolvem funcionários da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar), do Comando Nacional Antissequestro da Polícia Nacional Bolivariana e polícias regionais.

“Os assassinatos cometidos pela polícia e militares no âmbito de operações de segurança na Venezuela raramente são investigados ou julgados, apesar do facto de a maioria dos casos de ‘abatidos’ terem as características de execuções extrajudiciais, estimulando-se um ciclo de impunidade que incentiva a prática, num contexto de crescente violência no país”, afirma a Controlo Cidadão.

Por outro lado, a CC apela ao Ministério Público para que, em todos os casos de executados nestas circunstâncias, avance com instigações para determinar as responsabilidades e para que seja criado um fundo financeiro para as vítimas indiretas dos executados extrajudicialmente.

C/Lusa

Pode também gostar

Espetáculo antes do fogo (vídeo)

Espetáculo antes do fogo (vídeo)

Há seis novos casos de Covid-19 na Madeira

Há seis novos casos de Covid-19 na Madeira

Pedro Ramos quer integrar forças operacionais da Madeira na Europa

Pedro Ramos quer integrar forças operacionais da Madeira na Europa

Mais de 54 mil vagas no concurso nacional de acesso ao ensino superior público

Mais de 54 mil vagas no concurso nacional de acesso ao ensino superior público

É necessário criar condições `mais atrativas` para reter militares

É necessário criar condições `mais atrativas` para reter militares

Emigrante madeirense recupera 200 mil euros de indeminização

Emigrante madeirense recupera 200 mil euros de indeminização

Liga Portuguesa Contra o Cancro lança campanha para angariar fundos e desdramatizar a doença

Liga Portuguesa Contra o Cancro lança campanha para angariar fundos e desdramatizar a doença

Juiz Ivo Rosa desiste da candidatura ao cargo de Procurador Europeu

Juiz Ivo Rosa desiste da candidatura ao cargo de Procurador Europeu

Derrocada encerrou estrada em Câmara de Lobos

Derrocada encerrou estrada em Câmara de Lobos

Açores registam 30 novos casos

Açores registam 30 novos casos

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026