Os sindicalistas têm dúvidas sobre a salvaguarda dos dados pessoais com a implementação do novo sistema, que recorre ao cartão de identificação e à biometria facial.
Os médicos dizem que há falta de informações sobre este processo.
Garantem que não estão contra o controlo de assiduidade, mas sim sobre a escolha da biometria facial.
De acordo com um comunicado do sindicato, o parecer do encarregado da proteção de dados foi favorável, mas condicionado, o que levantou questões pelos médicos do SESARAM, que estão a ser obrigados a aderir a esta forma de controlo de assiduidade.
O Serviço de Saúde da Região assegura que não são armazenadas imagens faciais originais.
o Sindicato dos Médicos da Zona Sul acrescenta ainda que faltam regras claras para falhas e divergências e falta provar se o sistema está preparado para as especificidades do trabalho médico.
Como são os casos das urgências, regimes de prevenção, prolongamento de atos clínicos e de consultas, passagem de turnos e trabalho suplementar.