Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Miocardite por infeção é 60 vezes mais frequente do que após vacina
Sociedade 26 jan, 2022, 10:33

Miocardite por infeção é 60 vezes mais frequente do que após vacina

A miocardite por infeção com SARS-CoV-2 é 60 vezes mais frequente do que após a vacinação e pode ter sintomas mais graves e complicações e sequelas a curto prazo, refere um parecer técnico hoje divulgado.

O parecer do Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares, da Direção-Geral da Saúde (DGS), diz ainda que se desconhece se existem complicações ou sequelas persistentes e insiste que a vacinação permite diminuir o potencial de gravidade do impacto da Covid-19 nas crianças e adolescentes.

Insiste que as alterações cardíacas em crianças infetadas “não são desprezíveis e são mais complexas e graves do que as descritas após a vacina” e lembra que a miocardite em idade pediátrica após a vacinação “é muito rara, apresenta-se com sintomas ligeiros, evolução rápida e não aparenta ter complicações ou sequelas a longo prazo”.

O documento, hoje divulgado, explica que as causas da miocardite (inflamação do músculo cardíaco) em contexto de Covid-19 são ainda desconhecidas e que se supõe que "ocorre quando o sistema imune do próprio doente, em resposta à infeção, agride o coração, o que ainda não está provado".

"Desconhece-se a razão pela qual ocorre mais frequentemente entre rapazes jovens, após a puberdade. Também não foi ainda possível confirmar a relação causa-efeito entre a vacina e a miocardite", acrescenta.

O parecer refere igualmente que a agência americana de prevenção e controle de doenças – CDC (Centers for Disease Control and Prevention) – reportou 11 casos de miocardite em 8.700.000 de vacinas administradas entre os 5 e os 11 anos, e que “todas foram ligeiras e transitórias”.

“Não se conhece mortalidade diretamente relacionada com a vacina”, acrescenta.

Os peritos que elaboraram o parecer defendem que a vacinação demonstrou ser eficaz na prevenção da doença grave e na mortalidade e que os efeitos secundários adversos “são raros e pouco significativos”.

Citam estudos recentes para afirmar que em adolescentes vacinados a possibilidade de ter síndrome inflamatória multissistémica (MIS-C) após infeção baixa em 91%.

“Os casos mais graves ocorreram nas crianças e adolescentes não vacinados”, lembram, insistindo na segurança da vacina em idade pediátrica e sublinhando que, apesar da Covid-19 ser menos frequente em crianças, tem vindo a aumentar devido à maior prevalência da nova variante (Ómicron).

“A experiência dos Hospitais Pediátricos Nacionais de referência é de que o risco de envolvimento cardíaco em doentes com infeção por Covid, em qualquer idade, é uniformemente pior e mais frequente, do que após a

vacinação, podendo ser responsável por sequelas tardias, que requerem seguimento a longo prazo. Não sendo comparável à miocardite após vacina, muito mais rara e ligeira”, afirmam.

Os técnicos do Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares reafirmam os benefícios da vacinação no grupo etário dos 5 aos 11 anos e na população em geral e a segurança da vacina, transmitindo ”uma mensagem de tranquilidade aos pais e crianças portuguesas”.

O parecer teve por base com base os diversos artigos científicos publicados em revistas médicas, os documentos normativos das entidades sanitárias nacionais e internacionais, incluindo os resultados da vacinação em mais de oito milhões de crianças entre os 5 e os 11 anos de idade.

C/Lusa 

Pode também gostar

Produtores venezuelanos fazem vários quilómetros para vender em mercados de rua

Produtores venezuelanos fazem vários quilómetros para vender em mercados de rua

Covid-19: Horários do Funchal regista quebra na procura (Áudio)

Covid-19: Horários do Funchal regista quebra na procura (Áudio)

Ministério Público abre inquérito a alegados erros denunciados por médica interna

Ministério Público abre inquérito a alegados erros denunciados por médica interna

Sindicato apresenta ao Governo 12 propostas para responder à falta de professores

Sindicato apresenta ao Governo 12 propostas para responder à falta de professores

Venezuela: Falhas elétricas afetam 18 regiões

Venezuela: Falhas elétricas afetam 18 regiões

Covid-19: 14 hóteis na Madeira já recorreram ao lay-off (Áudio)

Covid-19: 14 hóteis na Madeira já recorreram ao lay-off (Áudio)

Alteração da delimitação de freguesias (áudio)

Alteração da delimitação de freguesias (áudio)

DECO lança nova campanha de apoio ao consumidor viajante

DECO lança nova campanha de apoio ao consumidor viajante

Países pedem vacinação justa à Comissão Europeia

Países pedem vacinação justa à Comissão Europeia

Demência e Envelhecimento Ativo (vídeo)

Demência e Envelhecimento Ativo (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026