Em declarações à agência Lusa, o presidente do Serviço Regional de Proteção Civil (SRPC), Richard Marques, disse que os meios terrestres continuarão no terreno nas próximas horas, num processo de rescaldo que considerou “bastante importante para evitar algum reacendimento futuro”.
Nesta fase é necessária uma “vigilância permanente no terreno”, sublinhou, acrescentando que “tem de haver uma capacidade imediata para reagir, uma vez que aquela zona sofreu um preaquecimento e qualquer pequena reativação pode desenvolver-se com mais intensidade”.
O helicóptero da Proteção Civil, que esteve a efetuar descargas desde que foi dado o alerta, cerca das 12:00, já foi desmobilizado.
Em declarações à Lusa, cerca das 15:00, Richard Marques adiantou que estavam no terreno 41 operacionais de várias corporações de bombeiros da Madeira a combater o incêndio que deflagrou numa escarpa de difícil acesso, na zona da Fajã da Murta, na freguesia do Faial, concelho de Santana.
Naquela altura, estavam também no local 11 veículos e o meio aéreo do SRPC.
Paulo Leme, comandante dos Bombeiros de Santana, desceve os meios envolvidos.
c/Lusa