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Hoteleiros da Madeira estão pessimistas no que respeita à taxa de ocupação
Sociedade 03 jul, 2019, 15:45

Hoteleiros da Madeira estão pessimistas no que respeita à taxa de ocupação

Quase 50 por cento dos hoteleiros da Madeira revelam pessimismo no que concerne à taxa de ocupação a registar este verão. Uma perspectiva que contraria a tendência nacional revelada hoje pela Associação de Hotelaria de Portugal.

Os hoteleiros esperam que no verão a taxa de ocupação e a estada média sejam idênticas às do ano passado, mas perspetivam preços mais elevados, divulgou hoje a Associação de Hotelaria de Portugal (AHP).

Segundo o inquérito realizado pela AHP sobre as “Perspetivas Verão 2019” – no qual foram analisadas as reservas já efetuadas na hotelaria nacional para o período de julho a setembro –, “os hoteleiros nacionais indicam que a taxa de ocupação e a estada média irão ser idênticas”, mas perspetivam “um melhor ARR [preço médio por quarto ocupado] e RevPAR [preço médio por quarto disponível]”.

No que respeita à taxa de ocupação, 54% dos hoteleiros consideram que será igual à do ano passado, sendo a região Centro a mais otimista (43% dos hoteleiros a estimarem uma melhoria) e a Madeira a mais pessimista (47% a considerar que será pior).

“Para 86% dos inquiridos no Algarve, 75% em Lisboa, 64% nos Açores e 53% no Norte a taxa de ocupação vai ser superior a 80%”, segundo o comunicado da AHP que dá conta dos resultados do inquérito.

No indicador ‘estada média’ “nada de novo também relativamente ao inquérito de 2018: 83% dos hoteleiros nacionais estimam que será igual à do ano anterior”, refere a associação.

Do total dos inquiridos, 50% esperam uma estada média entre um e três dias e 39% entre três e cinco dias.

As estadas de um a três dias predominam no Centro (67%), Norte e Alentejo (65%), Açores (57%) e Lisboa (50%), enquanto 49% dos hoteleiros do Algarve perspetivam que a estada será de três a cinco dias.

A maior duração das estadas – cinco a 10 dias – é esperada na Madeira (63%).

Já quanto ao ARR e ao RevPAR “as perspetivas são superiores ao ano anterior” e, do total, 63% e 58% dos hoteleiros estimam que o ARR e o RevPAR, respetivamente, sejam melhores ou muito melhores do que no verão de 2018.

No ARR, os hoteleiros de todos os destinos turísticos, à exceção da Madeira, perspetivam uma melhoria, sendo Açores (86%), Alentejo (74%) e Norte (73%) as regiões que esperam melhores resultados.

“Também no RevPAR, 86% dos hoteleiros dos Açores indicam que este indicador será melhor do que em igual período do ano anterior, Madeira é o menos otimista, com 42% dos inquiridos a esperar um igual RevPar”, de acordo com a AHP.

“À semelhança do que aconteceu no verão de 2018, os hoteleiros estão menos otimistas em termos de crescimento da ocupação, isso acontece porque já estamos a falar de valores acima dos 80%, pelo que, naturalmente, é menor o potencial de crescimento”, refere a presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, citada no comunicado.

A responsável acrescenta que no ARR e no RevPAR “ainda há margem para crescer”, sendo o primeiro indicador a impulsionar o segundo.

Em termos de quota de mercado, os hoteleiros apontam os mercados interno e espanhol (16%) e francês (14%) como os principais para o verão.

“De destacar a melhor ‘performance’ do mercado americano e francês, para 51% e 43% dos hoteleiros, e a pior ‘performance’ do Reino Unido para 50% dos inquiridos”, lê-se no documento.

Por regiões, no Norte destaque para a perspetiva de crescimento do mercado americano e pior a ‘performance’ do mercado inglês, sendo que os principais mercados neste destino são Portugal e Espanha, com 18% de quota de mercado, ‘ex-aequo’.

No Centro, a AHP refere uma “estabilidade em todos os mercados e perspetiva de uma melhor ‘performance’ no mercado nacional”, enquanto em Lisboa há previsão de crescimento dos mercados americano, brasileiro, francês e chinês, com França, para 16% dos inquiridos, e Espanha, para 15% dos inquiridos, como principais mercados.

No Alentejo, as perspetivas apontam para um crescimento do mercado nacional, principal mercado neste destino com uma quota de 24%, e do americano.

Os hoteleiros do Algarve perspetivam um pior desempenho dos mercados inglês, alemão e holandês, apesar de os britânicos continuarem a ser o principal, com uma quota de mercado de 22%.

Na Madeira, Alemanha, Reino Unido e França são apontados como principais mercados, com uma quota de 19%, embora o mercado alemão deva ter um pior desempenho do que no ano anterior.

Já nos Açores, os principais mercados serão, à semelhança do ano anterior, Portugal e Alemanha, com 18% e 15% de quota de mercado, respetivamente.

“Todos os hoteleiros inquiridos neste destino apontam os mercados americano e nacional com crescimento neste verão”, refere a AHP.

“Temos vindo a acompanhar, com particular atenção, a evolução dos mercados alemão e inglês, mas sobretudo do mercado alemão, que tem decrescido, em número de hóspedes, na Madeira e no Algarve”, refere Cristina Siza Vieira.

No que respeita ao mercado inglês, “a Madeira está mais otimista, por contraponto ao Algarve, onde 63% dos inquiridos esperam uma pior ‘performance’ deste mercado emissor”, afirma a presidente da AHP, acrescentando que este pessimismo se deve "principalmente à indefinição do ‘Brexit’ e à falência de algumas companhias aéreas”.

O inquérito da AHP foi realizado, a nível nacional, entre os dias 29 de maio e 14 de junho de 2019, com base nas reservas e pré-reservas efetuadas junto dos hotéis associados.

C/Lusa

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