A derrocada que, há quatro dias, provocou quatro feridos ligeiros na via expresso entre São Vicente e o Porto Moniz foi alvo de uma inspeção por parte do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC).
Depois desta fase, há ainda uma outra, que já permitiu recolher dados para criar um modelo tridimensional da vertente. O objetivo é, através deste modelo, avaliar quais as medidas de mitigação do risco que poderão ser adotadas.
O risco já existia e não se agravou com a recente derrocada. Esta situação é, por isso, mais uma das ocorrências que o LREC irá monitorizar, a par de todas as outras já identificadas.
Pimenta de França salienta que é necessário ter em conta que a geologia não é uma ciência exata, pelo que existe sempre um determinado grau de incerteza. Em qualquer caso, são estudadas medidas que permitam mitigar o risco.
Essas medidas estão agora a ser avaliadas, com o objetivo de encontrar uma solução que possa ser implementada no terreno e permita reduzir o risco naquela zona.