Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Covid-19: Doença afeta também sistema vascular e cérebro, afirma OMS
Sociedade 08 mai, 2020, 19:36

Covid-19: Doença afeta também sistema vascular e cérebro, afirma OMS

A Covid-19 provoca reações inflamatórias nos sistemas cardiovascular e cerebral, além das mais frequentes complicações respiratórias, afirmou hoje a Organização Mundial de Saúde, que defende “vigilância agressiva” com cuidados de saúde pública para controlar a pandemia.

“É obviamente uma síndrome respiratória, mas torna-se claro que numa percentagem das pessoas doentes provoca uma resposta inflamatória mais alargada, seja no sistema vascular seja em outras partes do corpo”, declarou hoje o diretor executivo do programa de emergências sanitárias da organização, o irlandês Michael Ryan.

Questionado sobre um estudo da universidade de Zurique que aponta para que a Covid-19 provoque uma inflamação sistémica dos vasos sanguíneos do corpo, Michael Ryan afirmou que também estão a verificar-se casos de “encefalite [inflamação do cérebro] e outros efeitos” em pessoas contaminadas com o novo Coronavírus.

“É por isso que é tão importante recolher informação clínica por todo o mundo”, porque “os efeitos vasculares estão aí, são reais e precisam de ser mais estudados”, defendeu, acrescentando que as doenças emergentes que têm surgido “tendem a provocar uma reação muito mais disseminada que pode afetar vários órgãos”.

Por vezes é preciso passarem “dezenas ou até centenas de anos” para uma doença se tornar “endémica com um órgão a ser mais afetado do que outros”, exemplificando com o sarampo, que é normalmente entendida como uma febre com reação cutânea mas que “numa criança que não foi vacinada, que está mal nutrida”, pode afetar olhos, fígado ou o cérebro e provocar reações “bastante assustadoras”.

Contudo, ressalvou, a Covid-19 “ainda está a provocar principalmente uma síndrome respiratória, tragicamente repetida todos os dias em unidades de cuidados intensivos em todo o mundo”, com “danos comprovados nos tecidos pulmonares”.

Respondendo a outra questão sobre análises às águas residuais para aferir as taxas de anticorpos na população, Michael Ryan afirmou que se está a correr o risco de “procurar respostas para perguntas que não vão resolver o problema” da pandemia.

“Parece que estamos a querer evitar a desconfortável verdade de que precisamos é de regressar ao básico: vigilância baseada nos princípios de saúde pública”, declarou.

“Devemos voltar a onde devíamos ter estado há meses: encontrar casos, rastrear contactos, testar casos, isolar casos, pôr pessoas infetadas de quarentena”, considerou o epidemiologista.

Michael Ryan afirmou que a experiência tem mostrado que os países que conseguiram controlar a pandemia sem precisar de restrições em massa às movimentações da população o conseguiram com “vigilância agressiva seguindo quer os direitos humanos quer os princípios da saúde pública”.

É precisa uma “estratégia completa” para informar as pessoas dos riscos que correm e permitir-lhes reduzi-los e “sistemas de saúde fortalecidos” com capacidade para tratar dos casos que apareçam, defendeu, além de uma vacina, atualmente ainda em investigação.

Nos países que conseguiram controlar com sucesso a transmissão comunitária do vírus, reiterou que é preciso uma transição “lenta e controlada” para sair das restrições aplicadas à população, sob pena de voltarem a acontecer surtos, como no caso de Singapura, onde, referiu, levantadas as restrições, o vírus voltou a atacar, sobretudo em dormitórios onde vivem estrangeiros.

Numa altura em que se aproxima o verão, tradicionalmente altura de concertos e outros encontros de massas, é preciso aceitar que as restrições a grandes concentrações de pessoas terão que manter-se, salientou.

Nesses contextos, “é muito mais difícil garantir a segurança”. Embora não haja nunca “risco zero”, é preciso tomar medidas que “reduzam o risco ao mínimo absoluto e, depois de o aceitar, mitigar o risco que ainda persiste”, advogou.

No caso do desporto de massas, por exemplo, “talvez os jogos possam voltar a acontecer, mas os espetadores tenham que ficar em casa mais tempo”.

C/Lusa

Pode também gostar

Porto Moniz não tenciona aplicar a taxa turística (áudio)

Porto Moniz não tenciona aplicar a taxa turística (áudio)

Israel ataca 70 alvos do Hezbollah no Líbano e mata líder regional da Jihad Islâmica

Israel ataca 70 alvos do Hezbollah no Líbano e mata líder regional da Jihad Islâmica

Sistema de acompanhamento às vítimas de violência doméstica com falhas (áudio)

Sistema de acompanhamento às vítimas de violência doméstica com falhas (áudio)

Consumo de cimento sobe 1,2% até setembro para 2.956 milhares de toneladas

Consumo de cimento sobe 1,2% até setembro para 2.956 milhares de toneladas

OMS preocupada com transmissão do vírus a grupos de risco

OMS preocupada com transmissão do vírus a grupos de risco

João Rodrigues assume a pasta da Direção Regional da Juventude

João Rodrigues assume a pasta da Direção Regional da Juventude

Cerca de 13% dos jovens já sofreu com a partilha de vídeos íntimos

Cerca de 13% dos jovens já sofreu com a partilha de vídeos íntimos

Covid-19: Sem testagem sistemática é «muito mais difícil» monitorizar

Covid-19: Sem testagem sistemática é «muito mais difícil» monitorizar

28 mil pessoas vacinadas contra a gripe na Madeira

28 mil pessoas vacinadas contra a gripe na Madeira

Homem acusado de abuso sexual de crianças libertado

Homem acusado de abuso sexual de crianças libertado

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026