Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Venezuela condena missão da ONU
Política 17 set, 2021, 12:29

Venezuela condena missão da ONU

Caracas condenou esta sexta-feira o último relatório da Missão Internacional Independente de Determinação dos Factos da ONU para a Venezuela, que questiona a independência da justiça venezuelana pelo papel na repressão contra opositores.

A posição de Caracas foi dada a conhecer pelo procurador-geral da Venezuela, Tarek william Saab, que anunciou a criação de uma unidade especializada em investigações sobre os direitos humanos.

“Decidimos a criação imediata da Unidade Especializada de Investigações de Direitos Humanos”, disse o procurador-geral, durante uma conferência de imprensa, em Caracas.

Segundo Tarek William Saab, essa unidade vai “apoiar os procuradores” para que, “de um ponto de vista técnico-criminalista, avaliem (…) a linha de investigação aplicada, a fim de efetuar tudo o que for necessário para esclarecer plenamente os factos”.

A nova unidade, disse, será composta por quatro procuradores nacionais e quatro procuradores assistentes, em matéria de proteção dos direitos humanos, investigadores, peritos, criminologistas, técnicos, profissionais, médicos forenses e patologistas.

“É uma nova medida que se soma a muitas outras que o Ministério Público [MP] toma para reforçar as capacidades institucionais na proteção e investigação dos casos de direitos humanos e é uma nova demonstração do nosso compromisso em nome do Estado venezuelano com a defesa integral dos direitos humanos”, frisou, recordando que o MP criou recentemente uma unidade especializada na atenção às vítimas.

“Com base na defesa de todo este trabalho (…), com números e elementos de convicção, quero condenar veementemente o recente relatório de uma missão, cujo pagamento a cada técnico, a cada suposto operador, está pelo valor de 5 milhões de dólares”, disse Tarek William Saab.

O procurador-geral acusou a missão da ONU de ter feito “um panfleto bilioso, atacando o sistema de justiça venezuelano e ofendendo juízes e procuradores”, que, "em circunstâncias difíceis e de assédio, expõem claramente como as coisas devem ser feitas, não só em direitos humanos, mas na luta contra o tráfico de droga e o crime organizado".

“É lamentável que uma alegada Missão ad-hoc paga pelo Grupo de Lima, já dissolvido, continue a ofender as instituições democráticas venezuelanas, em momentos em que o país avança ao encontro dos ‘contrários’ [opositores], de um diálogo frutuoso, de um trabalho de pacificação, de conciliação, para privilegiar o voto sobre a violência”, frisou.

Tarek William Saab sublinhou que o sistema de justiça da Venezuela se rege com base no que estabelece a Constituição venezuelana e que se trata de um “pseudo-relatório pago”.

“Tudo o que fizemos, para contrariar alegadas violações dos direitos humanos (…), revela claramente o afã de justiça do Ministério Público, inclusive com números demolidores que países como os que pertencem ao Grupo de Lima não podem mostrar”, disse.

O procurador-geral disse ainda que desde agosto de 2017 mais de 150 agentes do Estado foram condenados por violação dos direitos humanos, “uma demonstração clara e irrefutável do empenho do MP, em nome do sistema de justiça, em proteger os direitos humanos de todos os cidadãos, sem distinção de qualquer tipo”.

A Missão Internacional Independente de Determinação dos Factos da ONU (Missão) para a Venezuela divulgou na quinta-feira um relatório em que questiona a independência do sistema de justiça venezuelano e o acusa de ter servido para cometer graves violações dos direitos humanos contra os opositores do Governo.

“A Missão tem motivos razoáveis para acreditar que o sistema judicial tem desempenhado um papel significativo na repressão estatal de opositores ao Governo, em vez de proporcionar proteção às vítimas de violações dos direitos humanos e crimes”, pode ler-se no relatório.

Segundo a ONU, os juízes e procuradores não garantiram os direitos dos opositores “por terem sofrido interferências da hierarquia do poder judicial ou do Ministério Público”, em particular em casos levados a tribunais com jurisdição sobre terrorismo.

C/Lusa 

Pode também gostar

Câmara da Calheta vai construir 10 lugares de estacionamento (vídeo)

Câmara da Calheta vai construir 10 lugares de estacionamento (vídeo)

BE acusa inspeção do trabalho de avisar patrões antes de visitar empresas

BE acusa inspeção do trabalho de avisar patrões antes de visitar empresas

40 mil empresas vandalizadas na África do Sul

40 mil empresas vandalizadas na África do Sul

Cafofo ficou esclarecido (vídeo)

Cafofo ficou esclarecido (vídeo)

«Volta tudo à estaca zero» (áudio)

«Volta tudo à estaca zero» (áudio)

Filipe Sousa apresentou queixa sobre modelo do subsídio de mobilidade (áudio)

Filipe Sousa apresentou queixa sobre modelo do subsídio de mobilidade (áudio)

PSD promete mais meios de socorro na Camacha (áudio)

PSD promete mais meios de socorro na Camacha (áudio)

Plenário marcado pelo congresso do PSD

Plenário marcado pelo congresso do PSD

Governo desafia empresas a apostar numa “vocação exterior”

Governo desafia empresas a apostar numa “vocação exterior”

«Dizer que somos autónomos sem autonomia é a maior das crueldades» (vídeo)

«Dizer que somos autónomos sem autonomia é a maior das crueldades» (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026