O presidente do Governo quer que a obra seja inscrita no Orçamento do Estado para 2027, com uma valência para residência dos agentes deslocados.
Quanto ao helicóptero, que entra agora em funcionamento, Miguel Albuquerque diz que é o reflexo da intervenção do ministro da Administração Interna, Luís Neves, que deverá continuar no próximo ano.
Apesar do valor elevado para dois meses de operação — mais de 400 mil euros —, o presidente do Governo espera que o Estado pague a utilização do outro meio aéreo que já está na Madeira.
A justificação para a existência de um segundo meio aéreo prende-se com uma questão de segurança, ainda que a estação mais quente esteja a chegar ao fim.
O presidente do Governo esteve numa agência de seguros, no Funchal, que emprega oito pessoas e fatura 12 milhões de euros por ano.
A empresa tem uma aposta que considera diferenciadora no mercado: um seguro para dirigentes públicos que, em caso de multas aplicadas por má gestão, podem ficar salvaguardados.
Trata-se de um seguro de responsabilidade civil sancionatória, explica Ricardo Vieira, coordenador da empresa na Madeira. Um seguro diferenciado para gestores públicos.