Miguel Albuquerque descarta, para já, o apoio do Governo Regional à construção de um cemitério islâmico na Madeira. A posição surge na sequência das declarações do Centro Islâmico da Madeira que, após a morte de um cidadão do Bangladesh, voltou a insistir na necessidade de criar um espaço próprio para o sepultamento de pessoas de confissão islâmica na Região.
Questionado sobre o assunto, o presidente do Governo Regional afirmou que a construção de um cemitério islâmico não é, neste momento, uma prioridade para o Executivo madeirense. Miguel Albuquerque sublinhou que existem outras áreas consideradas mais urgentes, nomeadamente no domínio da habitação, saúdhttps://madeira.rtp.pt/politica/governo-admite-financiamento-alternativo-ao-prr-audio/e e respostas sociais, que concentram os esforços do Governo.
Apesar de reconhecer a existência da comunidade islâmica na Região, o governante afastou, para já, a possibilidade de apoio público ao projeto, remetendo o tema para uma fase posterior, sem avançar com prazos ou soluções concretas.
O Centro Islâmico da Madeira tem vindo a alertar para as dificuldades enfrentadas pelas famílias muçulmanas quando ocorre um óbito, defendendo que a criação de um cemitério islâmico permitiria respeitar os rituais religiosos e evitar a necessidade de trasladações para fora da Região.