Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Imagem de Estreante Nova Direita quer ser “ponto de equilíbrio” entre PSD e Chega
JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
Política 17 jan, 2024, 14:40

Estreante Nova Direita quer ser “ponto de equilíbrio” entre PSD e Chega

O partido Nova Direita vai candidatar-se pela primeira vez nas próximas eleições legislativas, apresentando candidatos a todos os círculos eleitorais, e quer ser o “ponto de equilíbrio” entre PSD e Chega num eventual futuro governo.

Numa conferência de imprensa de apresentação do partido, que decorreu na sede, em Lisboa, a líder, Ossanda Líber, afirmou que o Nova Direita se apresenta às eleições legislativas de 10 de março “para ganhar”.

Acompanhada por outros candidatos, a fundadora do partido que foi legalizado pelo Tribunal Constitucional na semana passada considerou que a “direita, como está, inspira pouca confiança” e defendeu que a sua força política constitui “a única garantia de estabilidade de um governo à direita”.

“Estou necessariamente disponível desejosa e ávida de ser a próxima primeira-ministra de Portugal”, salientou, não querendo traçar objetivos eleitorais concretos.

“Vamos trabalhar para o melhor resultado possível”, declarou.

Ossanda Liber atirou críticas ao PSD e Chega e disse não identificar em Luís Montenegro ou André Ventura “capacidade de assumir” o cargo de primeiro-ministro, apesar de se referir a estes partidos como “futuros colegas de coligação e governo”.

Na sua ótica, o PSD “está completamente desorientado” e “não consegue apresentar propostas”, tendo “tanta sede de poder que não consegue pensar no interesse coletivos dos portugueses, exceto no seu próprio”.

Ossanda Liber identificou também um problema de liderança no PSD: “Um timoneiro que transpira incapacidade de comando, zero firmeza de convicções e de força para tomar decisões, de quem todas as pessoas desconfiam, que não tem ascendência sobre os seus, quanto mais sobre os outros, em suma, está destinado a falhar”.

Já o Chega, considerou tratar-se de “uma verdadeira força bruta mas que depois, em boa verdade, é um vazio de conteúdos e ideias”, que “não dá confiança aos eleitores”.

“Dar a liderança do país a um partido destes é perigoso, irresponsável e previsivelmente mau”, sustentou.

A cabeça de lista por Lisboa salientou que o Nova Direita é capaz de “gerir as várias sensibilidades, quer as do Chega, quer as do PSD”.

“Nós seremos o fiel da balança, o ponto de equilíbrio entre estas duas forças aparentemente incapazes de se entender”, salientou.

“Para que uma geringonça funcione, não pode ser a dois, tem de ser a três”, acrescentou, indicando já ter contactado estes dois partidos, mas ainda espera resposta.

Ossanda Liber considerou também ser “possível gerir as guerras de testosterona” de Luís Montenegro e André Ventura e disse ter “suficiente patriotismo, sentido de responsabilidade, ‘savoir faire’, experiência, vontade e vida para tomar conta esses dois meninos”.

Entre as propostas do partido estão a criação de um sistema universal de cobertura de saúde que possibilite a escolha entre hospitais públicos, privados ou de setor social, a revogação da lei da eutanásia, aumentar a licença de maternidade para os dois anos, diminuir progressivamente o IRC, lutar “contra a ideologia ‘woke’” nas escolas e adotar uma “imigração controlada e seletiva”.

Questionada sobre este último ponto, a fundadora do Nova Direita explicou que a sua proposta é que haja critério, controlo e estratégia na entrada de estrangeiros, priorizando “imigração boa para Portugal, que não coloque problemas”.

O Nova Direita defende igualmente uma “imigração controlada e seletiva” e o fim das isenções para procedimentos como cirurgias de mudança de sexo ou interrupção da gravidez.

A líder disse ainda que o congresso fundador do Nova Direita vai realizar-se antes das legislativas, mas ainda não foi marcado.

Ossanda Liber, 46 anos, foi vice-presidente do Aliança e concorreu como independente às Câmara Municipal de Lisboa nas autárquicas de 2021.

 

Lusa

Pode também gostar

Imagem de Covid-19: FIFA autoriza cinco substituições por jogo

Covid-19: FIFA autoriza cinco substituições por jogo

Imagem de Portugal empatado ao intervalo

Portugal empatado ao intervalo

Imagem de Mais de 800 pessoas participaram no cortejo trapalhão

Mais de 800 pessoas participaram no cortejo trapalhão

Imagem de Ordem dos Médicos quer testes rápidos aos cidadãos que estarão nas mesas de voto

Ordem dos Médicos quer testes rápidos aos cidadãos que estarão nas mesas de voto

Imagem de PS quer IMI mais baixo em Câmara de Lobos (vídeo)

PS quer IMI mais baixo em Câmara de Lobos (vídeo)

Imagem de Rosa Mota transporta chama olímpica em Paris (vídeo)

Rosa Mota transporta chama olímpica em Paris (vídeo)

Imagem de Groundforce foi declarada insolvente (vídeo)

Groundforce foi declarada insolvente (vídeo)

Imagem de Nacional e Arouca empatam em jogo entre candidatos à subida

Nacional e Arouca empatam em jogo entre candidatos à subida

Imagem de “Elas chegaram” contou a história da presença das Irmãs Hospitaleiras na Madeira (áudio)

“Elas chegaram” contou a história da presença das Irmãs Hospitaleiras na Madeira (áudio)

Imagem de Machico goleou mas de nada serviu (vídeo)

Machico goleou mas de nada serviu (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026