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Imagem de “Às vezes tenho mais que fazer do que vos estar a responder diariamente”
Foto: Lusa
Política 5 mar, 2025, 18:36

“Às vezes tenho mais que fazer do que vos estar a responder diariamente”

O primeiro-ministro afirmou hoje que nem sempre tem tempo para “responder diariamente” aos deputados e recusou que se esteja a furtar às perguntas dos jornalistas, defendendo que se for pessoalmente responsável pela crise política “é pelo sucesso da governação”.

No debate da moção de censura do PCP – e depois de ter anunciado na abertura que o Governo vai apresentar uma moção de confiança ao parlamento que poderá conduzir a eleições antecipadas -, Luís Montenegro foi acusado pelo PS e Chega de dominar “a arte da fuga e do silêncio” e de estar a arrastar o país para uma crise política devido a uma situação profissional pessoal.

“Todas as intervenções apontam no mesmo sentido: uma eventual crise política é da responsabilidade, é por causa do primeiro-ministro. Talvez seja, mas ficou muito claro neste debate que não é por causa da minha vida pessoal. Ficou muito claro neste debate que é por causa do sucesso da nossa governação”, respondeu o chefe do Governo.

Montenegro considerou que é devido à atuação do executivo minoritário PSD/CDS-PP nos 11 meses de vida que a oposição decidiu “cavalgar o tema” da sua empresa familiar, “nunca se sentindo satisfeitos, acrescentando esclarecimentos em cima de esclarecimentos, pedidos em cima de pedidos”.

“No fim do dia queriam estar um ano, um ano e três meses a desgastar o Governo, a deteriorar o ambiente político em Portugal. É verdade, o primeiro-ministro não está aqui para dar para esse peditório”, admitiu.

Sobre a falta de respostas aos jornalistas, de que tinha sido acusado pelo deputado do PS João Torres, defendeu que “os portugueses valorizam muito mais a palavra do primeiro-ministro” quando fala diretamente para eles do que “quando está todos os dias a comentar tudo e todos” e acrescentou uma apreciação sobre as questões dos parlamentares.

“Ó senhores deputados, não levem a mal, eu vou-vos dizer com toda a tranquilidade: eu às vezes tenho mais que fazer do que vos estar a responder diariamente com todo o respeito, com todo o respeito”, afirmou.

Montenegro recusou ainda que esteja “em fuga” por não ter permitido perguntas dos jornalistas na comunicação ao país que fez no sábado, tal como tem acontecido em outras anteriores ocasiões.

“Eu algum dia me furtei a dar respostas a jornalistas ou a deputados? Eu não dou se calhar as respostas no tempo que os senhores deputados querem, mas isso é uma gestão que me cabe a mim”, contrapôs.

Montenegro defendeu que o país precisa de estabilidade política e económica: “E é isso que nós vamos garantir”, considerou.

Antes, o deputado do PS António Mendonça Mendes tinha acusado Montenegro de ter criado este problema por ter mantido a empresa Spinumviva enquanto primeiro-ministro na esfera familiar.

“Este debate é para saber se um qualquer primeiro-ministro pode usar uma empresa do seu universo familiar para contornar a exclusividade de funções”, disse, questionando porque não a vendeu quando assumiu o cargo em abril do ano passado.

Pelo Chega, a deputada Rita Matias afirmou que Montenegro “faria corar” o fundador do PSD Francisco Sá Carneiro.

“Está a colocar o seu interesse pessoal e as suas circunstâncias à frente do interesse do seu governo e, sobretudo, à frente do interesse do país. No limite deste circo todo, vamos para eleições antecipadas, a quarta em seus anos. A terceira República está definitivamente podre”, lamentou.

 

Lusa

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