Uma proposta que voltou à discussão quer adaptar a lei nacional que dá uma percentagem do IVA cobrado nos setores do alojamento, restauração, comunicações, eletricidade, água e gás.
O PSD considerou a proposta incoerente e fora de tempo, por estarem a ser dirimidas alterações à lei de finanças locais, mas a proposta teve acolhimento noutras bancadas parlamentares.
Já a questão do novo deputado independente Miguel Castro será resolvida amanhã, numa conferência de representantes dos partidos, para atribuição de lugar e tempos de intervenção.