O antigo presidente do Banco Espírito Santo (BES) estava acusado de ter pago, com recurso a entidades em paraísos fiscais, 1,8 milhões de dólares (cerca de 1,6 milhões de euros ao câmbio atual) a Allan Simões Toledo para que o Banco do Brasil financiasse em 200 milhões de dólares (quase 175 milhões de euros ao câmbio atual) ao banco português, falido em 2014.
Os atos sob suspeita foram praticados entre 2011 e 2014 e o antigo vice-presidente do Banco do Brasil não era arguido neste processo, cujo julgamento começou em 20 de maio de 2025.
Lusa