Os factos remontam ao ano de 2023 e estão em causa empréstimos concedidos por uma empresa que aquele detinha e que, através da falsificação de documentos, alterava a finalidade dos contratos de empréstimo, levando a que mais de 1000 pessoas viessem a pagar juros superinflacionados.
Por estes crimes, o detido poderá incorrer numa pena máxima de 10 anos de prisão, no seu país de origem.
O detido foi presente no Tribunal da Relação de Lisboa, extensão da Madeira, ficando a aguardar em prisão preventiva os ulteriores termos do processo de extradição.