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Imagem de Metade dos empregados exposto a riscos
Economia 28 jan, 2021, 14:17

Metade dos empregados exposto a riscos

3,3% da população empregada da Madeira teve pelo menos um acidente de trabalho nos doze meses anteriores à entrevista

Em 2020, 4,5 mil pessoas empregadas, com idade entre os 15 aos 74 anos, referiram ter tido pelo menos um acidente de trabalho no segundo trimestre ou nos 12 meses anteriores, representando 3,3% da população empregada. 


A Madeira, a par do Norte (3,3%) foram as regiões do País com o valor mais alto neste indicador, contrariamente aos Açores (2,1%) e Algarve (2,6%). A média nacional foi de 3,2%. De assinalar que na Madeira a percentagem de homens que assinalam a ocorrência de pelo menos um acidente de trabalho foi de 4,8% (3,3 mil pessoas).

9,5 mil pessoas dos 15 aos 74 anos (ou seja 5,4% da população empregada) indicaram ter tido algum problema de saúde causado ou agravado pelo trabalho nos últimos 12 meses. Estes problemas de saúde afetaram 6,4% das mulheres e 4,4% dos homens. Os problemas de saúde foram mais referidos pelas pessoas que à data do inquérito estavam reformadas (9,0%) em contraste com as que estavam empregadas (4,6%).

Os problemas de saúde relacionados com o trabalho afetaram principalmente os residentes do Alentejo (7,6%) e em menor escala os residentes os Açores (5,0%) e da Madeira (5,4%). A média nacional foi de 6,9%.

Entre as pessoas que referiram a existência de problemas de saúde nos últimos 12 meses causados ou agravados pelo trabalho, 72,2% referiram ter tido dois ou mais problemas.

Tendo em conta o problema de saúde mais grave causado ou agravado pelo trabalho, constata-se 47,2% da população referiu ter ocorrido no emprego atual principal e 37,5% no último emprego. Neste contexto, 50,6% da população referiu que o problema de saúde mais grave limitava consideravelmente a capacidade de realizar atividades diárias normais e 35,4% referiu que limitava em certa medida.

No segundo trimestre de 2020, 80,4% das pessoas empregadas indicaram que estavam expostas a fatores que podiam afetar a saúde física no seu local de trabalho. No país, aquela percentagem ascendia 82,2%. Estes fatores afetam mais os homens (82,2%) que as mulheres (78,7%), sendo identificados mais frequentemente os “movimentos repetitivos da mão e do braço”, as “posições cansativas ou dolorosas” e as “atividades que exijam concentração visual intensa”, referidos respetivamente por 66,8%, 56,0% e 55,0% das pessoas.

A exposição a fatores de risco para a saúde mental no seu local de trabalho foram referidos por 51,5% das pessoas empregadas. Estes fatores foram referidos por 49,5% dos homens e 53,7% das mulheres. 
Do conjunto de fatores individualizados no inquérito, a “forte pressão de prazos ou sobrecarga de trabalho” foi identificada por 67,6% das pessoas empregadas e o “contacto com pessoas problemáticas mas não violentas (clientes, pacientes, alunos, cidadãos, etc.) referido por 56,9%.

De referir que este inquérito surge numa altura em que a população empregada reduziu-se em 9,1 milhares de pessoas (-7,1%) em termos homólogos, havendo igualmente um conjunto significativo de pessoas em teletrabalho (16,9%) contabilizando-se ainda um número de horas efetivamente trabalhadas historicamente baixo.

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