Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
FMI prevê crescimento de 2,6% da economia portuguesa e inflação de 5,6% em 2023
Economia 09 mai, 2023, 15:56

FMI prevê crescimento de 2,6% da economia portuguesa e inflação de 5,6% em 2023

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento da economia portuguesa de 2,6% este ano e uma estabilização em torno dos 2% no médio prazo, apontando para uma inflação de 5,6% em 2023.

No relatório da missão do FMI a Portugal ao abrigo do Artigo IV, hoje divulgado, a instituição refere que, após o crescimento de 6,7% da economia portuguesa em 2022, “significativamente superior” aos 3,5% da zona euro, “o crescimento real do PIB [Produto Interno Bruto] deverá desacelerar no resto do ano para uma média de 2,6% em 2023 e a inflação recuar para 5,6%”.

No passado dia 11 de abril, na atualização das previsões económicas mundiais, o FMI tinha apontado para um crescimento do PIB de 1% da economia portuguesa este ano, prevendo que a taxa de inflação fosse de 5,7%. Já o Governo prevê um crescimento de 1,8% em 2023.

“A inflação elevada e as condições financeiras mais restritivas estão a enfraquecer a economia”, sustenta o FMI, considerando que “o custo de vida mais alto deverá penalizar o crescimento da procura interna e o menor crescimento global e da zona euro deverá enfraquecer o aumento das exportações”, levando a que “o crescimento estabilize em torno dos 2% no médio prazo”.

À medida que os preços da energia recuam, a instituição antecipa que a inflação deverá continuar a diminuir, mas ressalva que a inflação subjacente – que exclui produtos alimentares e energia – “deverá ser mais persistente, devido à rigidez do mercado de trabalho e às elevadas margens de lucro”.

Neste contexto, o FMI recomenda que, este ano, a política fiscal deverá manter-se “não expansionista, de forma a preservar a margem de manobra fiscal e suportar a política monetária”, mas deve ser, simultaneamente, “flexível, caso venham a acontecer choques”.

Considerando que a descida dos preços da energia “constituiu uma oportunidade para ir eliminando medidas mais abrangentes e para direcionar os apoios para as famílias mais vulneráveis”, a instituição defende que, se o crescimento “enfraquecer consideravelmente, os estabilizadores automáticos devem ser totalmente implementados”, evitando-se o recurso a “medidas fiscais suplementares”.

“Apoios fiscais adicionais devem ser reservados apenas para cenários adversos graves e projetados para serem temporários, sem distorcerem preços e bem direcionados”, sustenta.

Salientando que “os recentes e sucessivos choques adversos evidenciam a necessidade de se criar margem fiscal nos momentos bons e de aumentar a resiliência fiscal face aos riscos contingentes”, o FMI aponta “a consolidação fiscal, combinada com um forte crescimento a médio prazo”, como “elementos centrais para uma redução sustentada da dívida pública e a manutenção, em simultâneo, do investimento público, mesmo após o fim dos fundos da Next Generation EU”.

Assim, a missão do FMI recomenda ao Governo que aposte em “medidas para aumentar o desempenho das receitas de forma sustentada e melhorar a composição e a eficiência da despesa”.

“As reformas fiscais devem ir no sentido de eliminar distorções, reverter taxas de IVA reduzidas e racionalizar despesas fiscais. Modernizar o sistema tributário, incluindo a digitalização da administração tributária, melhoraria a eficiência fiscal. Impostos mais elevados sobre o património aumentariam a receita e ajudariam a aliviar as pressões sobre os preços das casas. A redução dos preços de energia deixa em aberto a possibilidade de um aumento dos impostos sobre o carbono”, concretiza.

O FMI defende ainda um “aumento da parcela de investimento público – nomeadamente na implementação do Plano de Recuperação e Resiliência – nas despesas correntes, invertendo tendências recentes”.

Como “principais prioridades” destaca a sustentabilidade das pensões, a contenção do aumento da massa salarial no setor público, o fortalecimento da situação financeira e da eficiência do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e melhorias adicionais no direcionamento dos apoios sociais.

“As reformas fiscais estruturais para melhorar a eficiência do setor público, a governança e a sustentabilidade fiscal das empresas públicas devem prosseguir. A plena implementação da Lei de Enquadramento Orçamental de 2015 fortalecerá o enquadramento orçamental de médio prazo”, acrescenta.

Lusa

Pode também gostar

Parque Empresarial de Machico terá novo investimento privado (áudio)

Parque Empresarial de Machico terá novo investimento privado (áudio)

Produção de banana na Madeira cai 25% no arranque de 2026

Produção de banana na Madeira cai 25% no arranque de 2026

Região ultrapassou as 900 mil dormidas pela primeira vez no mês de abril

Região ultrapassou as 900 mil dormidas pela primeira vez no mês de abril

Rendas deverão subir por causa da inflação (vídeo)

Rendas deverão subir por causa da inflação (vídeo)

Madeira já pescou  mais espada-preto do que no ano passado (áudio)

Madeira já pescou mais espada-preto do que no ano passado (áudio)

Voos esgotados e tarifas superiores a 500 euros

Voos esgotados e tarifas superiores a 500 euros

Governo destina 27 milhões para o setor agrícola

Governo destina 27 milhões para o setor agrícola

Hotelaria aposta no mercado nacional (áudio)

Hotelaria aposta no mercado nacional (áudio)

Alitalia comprada pela ITA

Alitalia comprada pela ITA

Porto do Funchal com dois navios que movimentaram esta manhã mais de 8 mil pessoas

Porto do Funchal com dois navios que movimentaram esta manhã mais de 8 mil pessoas

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026