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Afonso Reis Cabral diz que Eça entra no Panteão Nacional aos ombros dos seus leitores
Foto: Lusa
Cultura 8 jan, 2025, 12:25

Afonso Reis Cabral diz que Eça entra no Panteão Nacional aos ombros dos seus leitores

O presidente da Fundação Eça de Queirós, Afonso Reis Cabral, afirmou hoje que o autor de “Os Maias” entrou hoje no Panteão Nacional, em Lisboa, aos ombros dos seus milhares de leitores.

Coube ao também escritor, trineto de Eça de Queirós, fazer o elogio fúnebre do seu antepassado que hoje teve honras de Panteão Nacional, depois de anos sepultado em Santa Cruz do Douro, no concelho de Baião, no distrito do Porto.

Reis Cabral teceu o perfil do escritor referindo a sua carreira como diplomata que, em Cuba, alertou para o trabalho quase escravo dos emigrantes chineses que via “como irmãos”.

Reis Cabral realçou como “Os Maias” mudaram a literatura nacional e como a escrita de Eça procurou aperfeiçoar a língua portuguesa.

O autor de “As cidades é as serras” usava “uma língua portuguesa limpa”, disse, referindo a ironia de Eça e a crítica aos políticos.

É de Eça a ideia que ainda hoje subsiste de Portugal como um país distante no tempo, defendeu Reis Cabral.

A cerimónia no panteão iniciou se pelas 11:00 com a interpretação do Hino Nacional ao piano por João Paulo Santos e pela soprano Sara Braga Simões, seguindo-se leituras de excertos de “Os Maias”.

A cerimónia termina após a assinatura do Termo de Sepultura do Panteão Nacional, altura em que a banda da GNR toca o hino nacional, seguida do toque de “silêncio”.

Nesta altura, a urna será transportada por militares da GNR até à sala onde se encontra a Arca Tumular, onde ficará depositada.

Eça de Queirós morreu em 16 de agosto de 1900 e foi sepultado em Lisboa. Em setembro de 1989, os seus restos mortais foram transportados do Cemitério do Alto de São João, na capital, para um jazigo de família, no cemitério de Santa Cruz do Douro, em Baião.

Em 2021, o parlamento aprovou uma resolução em resposta a um repto lançado pela Fundação Eça de Queirós, nos termos da lei que define e regula as honras de Panteão Nacional, destinadas a “homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao país, no exercício de altos cargos públicos, altos serviços militares, na expansão da cultura portuguesa, na criação literária, científica e artística ou na defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e da causa da liberdade”.

A trasladação esteve envolvida numa luta judicial, na sequência de ações interpostas por alguns dos bisnetos do escritor que não queriam que os restos mortais de Eça de Queirós saíssem da aldeia de Santa Cruz do Douro.

Lusa

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