Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites
RÁDIO • RTP Antena 1 Madeira

RÁDIO • RTP Antena 3 Madeira

TV • RTP Madeira

Nobel de Medicina atribuído a investigação sobre células nervosas
Foto: EPA
Ciência 5 out, 2026, 14:27

Nobel de Medicina atribuído a investigação sobre células nervosas

O Prémio Nobel da Medicina foi atribuído ao norte-americano Karl Deisseroth e aos alemães Peter Hegemann e Georg Nagel pela sua investigação sobre canais iónicos sensíveis à luz e optogenética.

O prémio é atribuído ao trio “pelas suas descobertas relativas aos canais iónicos ativados pela luz e à optogenética”, um método que permite demonstrar como as células nervosas moldam as memórias, as emoções e os comportamentos no cérebro, anunciou o Comité do Prémio Nobel.

O seu trabalho foi elogiado pela comissão “pelas descobertas que conduziram à optogenética, que permite ativar ou desativar a atividade de células nervosas individuais num cérebro vivo”.

“Este método está agora a ser utilizado em laboratórios de todo o mundo para desvendar os mistérios do cérebro”, escreveu a comissão na plataforma social X.

Karl Deisseroth (de 54 anos, Universidade de Stanford, na Califórnia), Peter Hegemann (71 anos, Universidade Humboldt, Alemanha) e Georg Nagel (73 anos, Universidade de Würzburg, na Alemanha) foram já contactados pela comissão.

A optogenética oferece possibilidades inéditas de “cartografia do cérebro com as quais antes apenas podíamos sonhar”, afirmou Per Svenningsson, presidente do Comité Nobel de Medicina.

A forma como o cérebro regula as emoções, os comportamentos e as funções corporais foi, durante muito tempo, um mistério, mas graças a este método, que permite tornar certos neurónios fotossensíveis (sensíveis à luz) através da combinação da engenharia genética com a óptica, os investigadores conseguiram compreender melhor este fenómeno.

Tudo começou quando Peter Hegemann e Georg Nagel descobriram uma proteína, a canalrodopsina, numa alga unicelular. Karl Deisseroth, psiquiatra e neurologista norte-americano, transformou posteriormente essa proteína numa técnica que utiliza a luz para controlar as células.

Esta abordagem permite aos investigadores compreender melhor como certos tipos de células contribuem para comportamentos como a aprendizagem, o medo, a dependência ou ainda o movimento, e poderá um dia conduzir a tratamentos contra perturbações neurológicas e sensoriais, como a doença de Parkinson ou a epilepsia.

Na medicina clínica, os investigadores utilizam este método para tentar restaurar a visão em pessoas com deficiência visual, por exemplo, explica o Comité do Prémio Nobel no seu comunicado.

O prémio foi hoje anunciado no Instituto Karolinska, em Estocolmo, dando início à semana de atribuição dos Prémios Nobel.

O montante do prémio deste ano é de 12 milhões de coroas suecas (cerca de 1 milhão de euros).

No ano passado, três cientistas ganharam o Prémio Nobel de Medicina pelas descobertas sobre a forma como o sistema imunitário sabe atacar os germes e não o nosso próprio corpo.

Então, os especialistas consideraram estas descobertas fundamentais para a compreensão de doenças autoimunes, tais como a diabetes tipo 1, a artrite reumatoide e o lúpus.

Ao prémio de medicina de hoje seguem-se o prémio de Física na terça-feira, o de Química na quarta-feira, o de Literatura na quinta-feira e o da Paz na sexta-feira.

Lusa

Pode também gostar

ARDITI desenvolveu fertilizante biológico (vídeo)

ARDITI desenvolveu fertilizante biológico (vídeo)

China envia astronauta para o espaço por um ano

China envia astronauta para o espaço por um ano

Vigilantes da natureza vão acompanhar a Freira da Madeira até outubro (áudio)

Vigilantes da natureza vão acompanhar a Freira da Madeira até outubro (áudio)

Cientistas estudam partículas da cana-vieira para ajudar a detetar doenças (áudio)

Cientistas estudam partículas da cana-vieira para ajudar a detetar doenças (áudio)

Armadores da apanha da lapa da Madeira querem reduzir o tempo de atividade (áudio)

Armadores da apanha da lapa da Madeira querem reduzir o tempo de atividade (áudio)

40 projetos científicos nas ilhas Selvagens e Desertas (áudio)

40 projetos científicos nas ilhas Selvagens e Desertas (áudio)

Universidade da Madeira está a criar uma associação de conservação de tartarugas (áudio)

Universidade da Madeira está a criar uma associação de conservação de tartarugas (áudio)

Tom avermelhado de Marte terá origens mais antigas do que se pensava

Tom avermelhado de Marte terá origens mais antigas do que se pensava

Colégio dos Jesuítas recebe ‘Noite Europeia dos Investigadores da Macaronésia’ (áudio)

Colégio dos Jesuítas recebe ‘Noite Europeia dos Investigadores da Macaronésia’ (áudio)

ARDITI vai investir 20 milhões de euros em robótica (vídeo)

ARDITI vai investir 20 milhões de euros em robótica (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026