Ricardo Franco reconhece que a sociedade pretende o possível afastamento do trabalhador da corporação de Machico, mas essa não é nem pode ser uma decisão do presidente da câmara.
O caso tem contornos legais específicos derivados das relações normais de trabalho entre um empregador e empregado, pelo que apesar de estar impedido de exercer as funções de bombeiro, tudo isso terá de ser alvo de uma decisão baseada na lei, como refere o autarca.
Ricardo Franco, ouvido pelo jornalista João Carramanho, repudia o comportamento do bombeiro e aguarda pela decisão da justiça, para que a câmara de Machico possa decidir sobre o futuro do profissional do bombeiro, que cometeu um crime da esfera privada.