Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
UGT quer licença parental com “períodos iguais e obrigatórios” para homens e mulheres
Foto: UGT
Sociedade 14 nov, 2024, 11:33

UGT quer licença parental com “períodos iguais e obrigatórios” para homens e mulheres

A presidente da Comissão de Mulheres da UGT aponta que são precisas políticas “mais eficazes” para combater desigualdades salariais e defende a implementação de licenças parentais com "períodos iguais e obrigatórios" para homens e mulheres.

“Precisamos de políticas mais eficazes para que haja mais equidade” entre homens e mulheres, afirma Cristina Trony, em declarações à agência Lusa, a propósito do Dia Nacional da Igualdade Salarial, que se assinala hoje, notando que, apesar de terem existido alguns avanços, “não tem havido grandes melhorias e as desigualdades permanecem”.

“O que temos assistido é que as mulheres ganham menos e quando vão para a reforma a situação perpetua-se. É um ciclo vicioso”, aponta a presidente da Comissão de Mulheres da UGT.

Os dados mais recentes da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), referentes a 2022, indicam diferença salarial entre mulheres e homens foi de 13,2%, ou seja, “as mulheres ganharam menos 160 euros do que os homens”.

Já considerando os prémios e subsídios regulares “essa diferença aumentou para 16%, ou seja, menos 235 euros por mês”.

O fosso salarial entre homens e mulheres não acontece apenas em vida ativa, mas também na aposentação. Uma análise que consta do Livre Verde sobre a Sustentabilidade do Sistema Previdencial, que está em consulta pública, revela que as pensões dos homens correspondem, em média, nos quatro anos analisados a 73,5% dos últimos salários enquanto nas mulheres essa taxa cai para 58,1%, o que se traduz numa diferença de 15 pontos percentuais.

Apesar de existir uma lei que promove a igualdade salarial entre homens e mulheres, “há sempre formas de contornar a lei”, sublinhando que a situação é mais notária “nos cargos de liderança e de topo” em que existe uma “sub-representação muito grande”, bem como “nas chefias intermédias” em que a desigualdade não se centra tanto “no salário, mas nos complementos dados”, nomeadamente “isenções horárias, cartões ou até na atribuição do automóvel”, assinala a presidente da Comissão de Mulheres da UGT.

Por isso, a central sindical considera ser necessário avançar com medidas que “proporcionem uma maior conciliação entre a vida profissional e pessoal”, defendendo, nomeadamente a implementação de licenças parentais “com “períodos iguais e obrigatórios” para homens e mulheres”.

“Enquanto não houver um licença com períodos iguais e obrigatórios [para homens e mulheres] vai continuar a haver desigualdades”, assinala Cristina Trony, notando que, caso contrário, vão continuar a existir “muitos homens com receio de a usar para não serem prejudicados”.

“Quando for obrigatório as empresas vão perceber que tanto faz contratar um homem ou uma mulher”, resume.

A presidente da Comissão de Mulheres da UGT dá o exemplo do setor da banca, onde a desigualdade se acentua nos lugares de topo e nas chefias intermédias e onde “as mulheres são penalizadas nos prémios trimestrais e na partilha de lucro por causa das licenças parentais”.

Em setembro, foi aprovado na generalidade, no parlamento, o alargamento da licença parental inicial, que pressupõe o pagamento do respetivo subsídio, de 120 ou 150 dias (o equivalente de quatro para seis meses) para 180 ou 210 dias (o equivalente de cinco para sete dias).

A presidente da Comissão de Mulheres da UGT alerta ainda para a “importância das mudanças culturais”, defendendo que é preciso haver “uma sensibilização nas escolas” sobre esta matéria.

 

Lusa

Pode também gostar

Incidência aumenta e transmissibilidade baixa para 1,09

Incidência aumenta e transmissibilidade baixa para 1,09

Défice calórico e nutrição (vídeo)

Défice calórico e nutrição (vídeo)

Governo garante a colocação até setembro (áudio)

Governo garante a colocação até setembro (áudio)

«Tudo será reconstruído» garantiu Mario Draghi

«Tudo será reconstruído» garantiu Mario Draghi

Assinala-se o dia internacional do enfermeiro (áudio)

Assinala-se o dia internacional do enfermeiro (áudio)

Madeira prevê ultrapassar os 6.300 beneficiários da tarifa social de eletricidade

Madeira prevê ultrapassar os 6.300 beneficiários da tarifa social de eletricidade

Covid-19: Itália prorroga medidas como uso de máscaras e restrições nas viagens

Covid-19: Itália prorroga medidas como uso de máscaras e restrições nas viagens

Doentes de legionella estão a recuperar

Doentes de legionella estão a recuperar

Casa destruída no Lombo Galego (vídeo)

Casa destruída no Lombo Galego (vídeo)

Hoje é dia de greve da função pública (áudio)

Hoje é dia de greve da função pública (áudio)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026