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Imagem de Turquia e Rússia manifestam apoio a Maduro
Sociedade 24 jan, 2019, 10:30

Turquia e Rússia manifestam apoio a Maduro

A Rússia e a Turquia manifestaram hoje apoio ao líder venezuelano, Nicolas Maduro, depois da autoproclamação de Juan Guaidó como Presidente interino ter tido o aval dos Estados Unidos e de vários países.

"Os eventos atualmente em curso na Venezuela mostram claramente a atitude da comunidade internacional progressista em relação ao direito internacional, soberania e não-interferência nos assuntos internos de um país”, escreveu a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, na rede social Twitter.

De acordo com uma mensagem do porta-voz da presidência turca no Twitter, Ibrahim Kalin, o Presidente turco ligou ao homólogo venezuelano e deu-lhe todo o seu apoio. "Maduro, irmão, continua firme, estamos consigo", disse Erdogan, de acordo com o porta-voz de Ancara.

"A Turquia vai manter os seus princípios contra a tentativa de golpe”, acrescentou Ibrahim Kalin.

O país euro-asiático, um importante fornecedor de alimentos e de outros bens para a Venezuela, começou a refinar e certificar ouro venezuelano e os dois países anunciaram projectos de cooperação, no ano passado, para a exploração de carvão e de ouro.

Além disso, estão a ser negociados investimentos turcos na indústria de petróleo da Venezuela, o país com as maiores reservas de petróleo do planeta.

Durante esta madruga, a Nicarágua, principal aliado político e económico de Maduro na América Central, veio também reiterar o apoio ao líder venezuelano.

Juan Guaidó autoproclamou-se na quarta-feira Presidente interino da Venezuela, perante milhares de pessoas concentradas em Caracas.

Os Estados Unidos, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e quase toda a América Latina já reconheceram Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela. México, Bolívia e Cuba mantêm-se ao lado de Maduro, que consideram ser o Presidente democraticamente eleito da Venezuela.

Por seu lado, a UE defendeu a legitimidade democrática do parlamento venezuelano, e sublinhou que “os direitos cívicos, a liberdade e a segurança de todos os membros da Assembleia Nacional, incluindo do seu Presidente, Juan Guaidó, devem ser plenamente respeitados”. Bruxelas instou também à “abertura imediata de um processo político que conduza a eleições livres e credíveis, em conformidade com a ordem constitucional”.

Da parte do Governo português, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, afirmou na quarta-feira o pleno respeito “à vontade inequívoca” mostrada pelo povo da Venezuela e disse esperar que Nicolas Maduro “compreenda que o seu tempo acabou” e apelou à realização de “eleições livres”.

Engenheiro mecânico, de 35 anos, Juan Guaidó tornou-se rapidamente o rosto da oposição venezuelana ao assumir, a 03 de janeiro, a presidência da Assembleia Nacional, única instituição à margem do regime vigente no país.

Nicolás Maduro iniciou a 10 de janeiro o segundo mandato de seis anos como Presidente da Venezuela, após uma vitória eleitoral cuja legitimidade não foi reconhecida nem pela oposição, nem pela maior parte da comunidade internacional.

A Venezuela enfrenta uma grave crise política e económica que levou 2,3 milhões de pessoas a fugir do país desde 2015, segundo dados da ONU.

Turquia alerta que reconhecer Guaidó levará o país "ao caos"

O ministro dos Negócios Estrangeiros turco reiterou hoje o apoio da Turquia ao Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e criticou "a interferência" dos Estados Unidos, ao afirmar que reconhecer Juan Guaidó como chefe de Estado trará "caos" ao país.

"Declarar Guaidó como Presidente de facto levará (a Venezuela) ao caos", indicou Mevlut Cavusoglu, numa entrevista ao canal turco A Haber TV.

"Existe um Presidente eleito (Maduro). E de facto o presidente do parlamento (Guaidó) declara-se como presidente. Esta é uma situação estranha", realçou.

Mevlut Cavusoglu criticou ainda a posição dos Estados Unidos por reconhecerem Juan Guaidó como presidente da Venezuela.

"Somos contra o isolamento dos países. Os Estados Unidos estão continuamente a interferir nos assuntos internos da Venezuela", afirmou Cavusoglu, após reiterar o seu apoio ao Governo de Nicolás Maduro.

O ministro dos Negócios Estrangeiros turco também informou sobre o telefonema do Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ao seu homólogo venezuelano para expressar o apoio da Turquia.

"Maduro, irmão! Continua firme, estamos contigo" disse Erdogan, segundo Ibrahim Kalin, porta-voz da presidência turca, na rede social Twitter

Juan Guaidó autoproclamou-se, na quarta-feira, presidente interino da Venezuela, perante milhares de pessoas concentradas em Caracas.

Engenheiro mecânico, de 35 anos, Juan Guaidó tornou-se rapidamente o rosto da oposição venezuelana ao assumir, a 03 de janeiro, a presidência da Assembleia Nacional, única instituição à margem do regime vigente no país.

Os Estados Unidos, à Organização dos Estados Americanos (OEA) e a quase toda a América Latina que já reconheceram Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela.

México, Bolívia, Cuba, Rússia e Turquia mantêm-se ao lado de Nicolas Maduro, que consideraram ser o Presidente democraticamente eleito da Venezuela.

Por seu lado, a UE defendeu a legitimidade democrática do parlamento venezuelano, e sublinhou que “os direitos cívicos, a liberdade e a segurança de todos os membros da Assembleia Nacional, incluindo do seu Presidente, Juan Guaidó, devem ser plenamente respeitados”. Bruxelas instou também à “abertura imediata de um processo político que conduza a eleições livres e credíveis, em conformidade com a ordem constitucional”.

Na quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, sublinhou o pleno respeito pela “vontade inequívoca” mostrada pelo povo da Venezuela e disse esperar que Nicolas Maduro “compreenda que o seu tempo acabou” e apelou à realização de “eleições livres”.

Nicolás Maduro iniciou a 10 de janeiro o segundo mandato de seis anos como Presidente da Venezuela, após uma vitória eleitoral cuja legitimidade não foi reconhecida nem pela oposição, nem pela maior parte da comunidade internacional.

A Venezuela enfrenta uma grave crise política e económica que levou 2,3 milhões de pessoas a fugir do país desde 2015, segundo dados da ONU.

LUSA

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