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Imagem de Sindicato culpa empresa e executivo pela paralisação de 22 dias no Centro de Abate da Madeira
Foto: RTP
Sociedade 3 dez, 2025, 18:23

Sindicato culpa empresa e executivo pela paralisação de 22 dias no Centro de Abate da Madeira

O sindicato responsável pela convocação da greve de 22 dias no Centro de Abate da Região Autónoma da Madeira (CARAM) afirmou hoje que a paralisação é culpa do conselho de administração da empresa pública e do Governo Regional (PSD/CDS-PP).

Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e das Regiões Autónomas diz que a alegada “falta de carne para as festas” é culpa da administração do CARAM e do executivo madeirense “que não cedem meia dúzia de euros em benefício dos trabalhadores”.

A greve teve início na quarta-feira e prolonga-se até dia 23 de dezembro, com o sindicato a reivindicar melhores condições salariais e o aumento do subsídio de risco.

O sindicato acrescenta que a empresa pretende “passar a culpa para o lado dos trabalhadores, quando na verdade os únicos culpados são a administração do CARAM e o Governo Regional, que não aceitaram a proposta dos trabalhadores de uma atualização de subsídios de alimentação em 2 euros, como tantos outros trabalhadores de outras empresas públicas da Madeira, que já auferem desse valor no subsídio de alimentação, e de só existir um único valor no subsídio de risco, de 7,20 euros”.

“Os trabalhadores estão a fazer um sacrifício enorme na perda dos seus salários para reivindicar os seus direitos. Não esquecer que os trabalhadores estariam dispostos a levantar a greve se o Governo e a Administração do CARAM cedessem em fixar um único subsídio de risco de 7,20 euros eliminando os outros dois e no aumento de 2 euros no subsídio de refeição, que de 6 euros, passava a 8 euros. Agora digam quem tem mais culpa na existência da greve?”, questiona ainda o sindicato no comunicado enviado às redações.

Na terça-feira, o centro de abate indicou que os serviços mínimos decretados pelo Governo da Madeira durante a greve de 22 dias não estavam a ser cumpridos.

O Centro de Abate da Região Autónoma da Madeira refere nessa nota que “não irá realizar esta semana qualquer abate, uma vez que oito (57%) dos 14 colaboradores que estavam escalonados para assegurar os serviços mínimos decretados pelo Governo Regional apresentaram auto-declarações de doença no período entre 02 e 04 de dezembro.

“Não existindo alternativas a este centro de abate, esta situação vem acarretar impactos económicos significativos a representantes e comerciantes dependentes do fornecimento de carne fresca regional”, lê-se ainda.

O CARAM acrescenta que a ausência dos serviços mínimos “é suscetível de potenciar o abate informal e clandestino de animais para consumo humano, comprometendo a saúde pública e o bem-estar animal”.

No mesmo comunicado, assinado pelo presidente do conselho de administração, Duarte Sol, o centro de abate diz respeitar o direito à greve, “mas apela ao bom senso do sindicato e ao respeito pelas instituições”.

O CARAM indicou ainda que, na terça-feira, dos 44 trabalhadores, três aderiram à greve, “o que significa uma adesão de 6,81%”.

Na sexta-feira, o executivo madeirense decidiu fixar serviços mínimos no CARAM, empresa do setor público regional, entre os dias 02 e 23 de dezembro, na sequência da greve anunciada pelo sindicato do setor para aquele período.

Na nota, o executivo regional, de coligação PSD/CDS-PP, explica que a decisão de fixar serviços mínimos decorre de o CARAM ser a única entidade no arquipélago que assegura as “atribuições de interesse público relativas ao abate de animais domésticos, das espécies bovino, suíno, ovino, caprino, equídeo e conídeo e respetivas atividades complementares e acessórias”.

No comunicado, o executivo madeirense sublinha que pretende também acautelar o bem-estar animal, considerando que pode ser necessário realizar abates de emergência, na sequência de acidentes que provoquem traumatismos ou perturbações fisiológicas e funcionais graves aos animais.

Esta é a segunda greve convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais num período de quatro meses, sendo que a primeira decorreu entre 11 e 22 de agosto.

O sindicato defende a atualização da tabela salarial, considerando que o salário mínimo na região – 915 euros – já consumiu três níveis remuneratórios e abarca a maioria dos 45 funcionários, bem como a alteração do subsídio de risco para 20% para todos os trabalhadores, o aumento do subsídio de alimentação para 10,50 euros por dia e a atribuição do subsídio de frio.

Já a administração do CARAM sublinha que o Acordo de Empresa, assinado em abril de 2024 e válido até abril de 2027, já representou um investimento adicional de aproximadamente 110.000 euros direcionados para a valorização dos colaboradores.

Lusa

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