Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Resposta imune é mais forte em recuperados após uma dose de vacina
Sociedade 01 fev, 2022, 14:32

Resposta imune é mais forte em recuperados após uma dose de vacina

Um estudo do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) confirmou que a resposta imune é mais forte em pessoas que recuperaram de covid-19, após uma dose de vacina, do que após toma de duas doses por quem nunca foi infetado.

Este é um dos resultados de um estudo que o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) tem vindo a conduzir sobre a resposta imune celular (mediada por linfócitos T) e mediada por anticorpos à vacina contra a covid-19, ao longo do tempo.

Em análise estiveram 100 dos seus funcionários, sendo que 50 nunca foram infetados por SARS-CoV-2 e os restantes 50 são pessoas que recuperaram da doença.

De acordo com Artur Paiva, investigador do Serviço de Patologia Clínica do CHUC, “confirmou-se que a resposta imune é muito mais forte em indivíduos recuperados da infeção após uma dose de vacina, do que em indivíduos naive (que nunca foram infetados por SARS-CoV-2) após a toma de duas doses”.

“Os resultados obtidos neste estudo, que foi aceite para publicação na revista científica internacional Clinical and Experimental Medicine, revelaram que, seis meses após a infeção por SARS-CoV-2, 48 dos 50 participantes recuperados da infeção mantinham proteção contra o vírus, ou pela presença de anticorpos IgG, ou por linfócitos T específicos”, revelou.

No entanto, “oito dos 50 participantes não apresentavam linfócitos T específicos para SARS-CoV-2”.

“Este dado é relevante, porque está demonstrado que, em outros coronavírus, são os linfócitos T que asseguram a imunidade a longo prazo, desconhecendo-se, ainda, se esta circunstância também é válida para o SARS-CoV-2”, acrescentou.

O investigador sublinhou que, após a administração de uma dose da vacina aos indivíduos recuperados da infeção, “verificou-se um aumento notável dos níveis de anticorpos IgG e IgA, e de linfócitos T específicos para SARS-CoV-2”.

“Relativamente aos oito indivíduos que não apresentavam linfócitos T específicos para o vírus, sete deles desenvolveram-nos após a vacina. No entanto, estes oito indivíduos apresentaram uma resposta imune consideravelmente mais fraca do que os restantes, levando-nos estes dados a colocar a hipótese de ser possível detetar precocemente indivíduos com fraca resposta à vacina e que, por isso, possam beneficiar de doses de reforço”, sustentou.

Segundo Artur Paiva, constatou-se ainda que “a vacina consegue mobilizar e ativar uma subpopulação de linfócitos T, os linfócitos T helper foliculares (Tfh), que têm a função de promover e regular a produção de anticorpos”.

“Alguns estudos mostram que, durante a infeção por SARS-CoV-2, há diminuição da produção de linfócitos Tfh, e que estas células não funcionam devidamente. Tal compromete a produção de anticorpos e resulta numa resposta imune pouco eficaz contra o vírus”, referiu.

Com este estudo, verificou-se que “as pessoas que tinham sido infetadas há seis meses ainda apresentavam níveis baixos de linfócitos Tfh”.

No entanto, “uma dose de vacina revelou-se suficiente para restabelecer os níveis destas células.”

C/Lusa

Pode também gostar

Costa salienta que reabertura da atividade económica tem de ser prudente

Costa salienta que reabertura da atividade económica tem de ser prudente

Sociedade de Esclerose Múltipla vai ter uma delegação regional (vídeo)

Sociedade de Esclerose Múltipla vai ter uma delegação regional (vídeo)

Covid-19: Marcelo diz que tem acompanhado com todo o empenho a situação da Madeira

Covid-19: Marcelo diz que tem acompanhado com todo o empenho a situação da Madeira

Fenprof volta a defender redução de turmas

Fenprof volta a defender redução de turmas

Covid-19: Processo de distribuição da vacina deve ocorrer a partir do fim do ano

Covid-19: Processo de distribuição da vacina deve ocorrer a partir do fim do ano

Jornadas CRESCER falam sobre os benefícios das novas tecnologias (vídeo)

Jornadas CRESCER falam sobre os benefícios das novas tecnologias (vídeo)

Alertas no Dia Internacional do Bombeiro (áudio)

Alertas no Dia Internacional do Bombeiro (áudio)

«Quando aterramos no aeroporto de Lisboa passamos por vários edifícios» (vídeo)

«Quando aterramos no aeroporto de Lisboa passamos por vários edifícios» (vídeo)

Mais de 100 emigrantes na Venezuela regressaram à Madeira num voo de repatriamento (Vídeo)

Mais de 100 emigrantes na Venezuela regressaram à Madeira num voo de repatriamento (Vídeo)

Reitora a Universidade dos Açores considera injusto que as Universidades da ilhas não possam aceder a fundos europeus (áudio)

Reitora a Universidade dos Açores considera injusto que as Universidades da ilhas não possam aceder a fundos europeus (áudio)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026