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Portugal já tem a primeira rede de empresas dedicada à promoção da diversidade LGBTI
Foto: Reuters
Sociedade 30 jun, 2025, 12:47

Portugal já tem a primeira rede de empresas dedicada à promoção da diversidade LGBTI

Portugal, que caiu para 11.º lugar do ranking europeu de direitos das pessoas LGBTI, conta, desde maio, com a primeira rede de empresas dedicadas exclusivamente à promoção da diversidade e inclusão LGBT no ambiente de trabalho.

A REDI (Rede pela Diversidade e Inclusão LGBTI) Portugal reúne atualmente cerca de 30 empresas nacionais de vários setores, com o objetivo de apoiar organizações portuguesas na adoção de políticas mais inclusivas.

“Em Portugal não havia uma organização que trabalhasse esta temática de forma dirigida especificamente para as empresas”, explicou à Lusa João Mattamouros Resende, presidente da REDI Portugal.

Segundo estimativas citadas pelo responsável, cerca de 10% da população integra a comunidade LGBTI. No entanto, “qualquer pessoa (…) facilmente conclui que não conhece 10% das pessoas de uma determinada empresa que pertencem ao coletivo”, acrescentou, reforçando que muitos não vivem a sua orientação ou identidade sexual de forma aberta no trabalho, o que, na perspetiva da REDI Portugal, pode ter impacto na produtividade e no bem-estar.De acordo com o Mapa Arco-Íris 2025 da ILGA Europa, a pior classificação de Portugal foi na categoria de crimes e discursos de ódio.

Entre as áreas de atuação da rede estão a formação de órgãos de administração, departamentos de recursos humanos e equipas de comunicação. A associação ajuda a preparar as empresas com argumentos, dados e recursos para promoverem internamente uma cultura de respeito pela diversidade.

“As pessoas que fazem parte da comunidade LGBTI ou que são simpatizantes estão muito atentas ao que as empresas fazem. Se uma empresa não incorporar essa diversidade, vai claramente transmitir a ideia de que os seus valores corporativos não integram de forma genuína a diversidade”, defendeu João Resende. O presidente da associação acredita que essa perceção influencia também as escolhas dos consumidores.

A rede começou com 24 empresas e rapidamente cresceu para cerca de 30, abrangendo organizações de dimensões e setores variados, como retalho, serviços, advocacia ou arquitetura.

A associação surge por iniciativa de empresas que já eram associadas da congénere espanhola e sentiam falta, no mercado português, de uma estrutura semelhante. João Resende acredita que o projeto poderá seguir o exemplo da REDI Espanha, que atualmente conta com mais de 300 empresas associadas.

Embora Portugal tenha perdido lugares na tabela europeia por dois anos consecutivos, mantém-se ainda acima da média da União Europeia (51,13%) com uma pontuação de 66,99% numa escala de 0 a 100%.

Apesar de inspirada na experiência da REDI Espanha, a rede portuguesa é autónoma e assume-se como um projeto criado especificamente para o contexto nacional.

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