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Imagem de Pelo menos 38 migrantes morrem após naufrágio ao largo da costa de Djibuti
Foto: REUTERS/Jonathan Ernst
Sociedade 9 abr, 2024, 12:49

Pelo menos 38 migrantes morrem após naufrágio ao largo da costa de Djibuti

Pelo menos 38 migrantes morreram quando a embarcação em que viajavam naufragou ao largo da costa de Djibuti, informou hoje a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

“Foram recuperados 38 corpos, incluindo crianças, após um trágico naufrágio ao largo da costa do Djibuti, com pelo menos seis outros desaparecidos e presumivelmente mortos”, informou a OIM na sua conta na rede social X (antigo Twitter).

A agência das Nações Unidas informou ainda que “22 sobreviventes estão a ser assistidos” pela organização e pelas autoridades locais no pequeno país do Corno de África.

Estas mortes somam-se “aos cerca de 1.000 migrantes mortos e desaparecidos registados pelo Projeto Migrantes Desaparecidos [da OIM] na ‘Rota Oriental’ desde 2014”, acrescentou a organização, sem fornecer mais detalhes.

A rota oriental do Corno de África para o Iémen e os Estados do Golfo Pérsico está entre as “mais perigosas” do mundo, segundo a agência da ONU.

Em 2023, foram registados quase 400.000 movimentos ao longo da rota oriental, de acordo com a OIM.

Pelo menos, 698 pessoas, incluindo mulheres e crianças, morreram no ano passado nessa rota, que atravessa o Golfo de Aden, de Djibuti para o Iémen, na esperança de chegar à Arábia Saudita, de acordo com o Projeto de Migrantes Desaparecidos da OIM.

Em fevereiro de 2024, foram observados 28.829 movimentos migratórios nos Pontos de Monitorização do Fluxo (FMP, nasigla em inglês) do Djibuti, quase metade deles (14.483 pessoas) provenientes da Etiópia, segundo dados divulgados esta segunda-feira pela OIM.

Os movimentos migratórios observados aumentaram sete por cento em fevereiro em relação a janeiro, devido à aproximação do mês do Ramadão, geralmente considerado uma altura ideal para os migrantes que desejam viajar para os países da Península Arábica.

Os migrantes deixam as suas casas em busca de melhores oportunidades de emprego e, nalguns casos, para escapar a conflitos, à insegurança e aos efeitos adversos das alterações climáticas.

Nessas viagens, muitos enfrentam riscos de vida como a fome, a doença e a exploração às mãos de traficantes de seres humanos.

Lusa

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