Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites
RÁDIO • RTP Antena 3 Madeira

TV • RTP Madeira

RÁDIO • RTP Antena 1 Madeira

Países que acolhem venezuelanos devem preparar integração a longo prazo
Sociedade 30 jul, 2021, 18:23

Países que acolhem venezuelanos devem preparar integração a longo prazo

Os países que acolhem venezuelanos que abandonaram o país fugindo da crise política, económica e social devem “começar a desenhar a integração a longo prazo”, segundo um relatório da agência da ONU para as migrações.

“Os governos latino-americanos devem passar de uma resposta humanitária para políticas de integração a longo prazo para os refugiados e migrantes venezuelanos, que incluam a sua regularização”, explica o relatório da Organização Internacional das Migrações (OIM) e outras agências.

O relatório adverte que a integração destas pessoas ainda é deficiente e analisa como tem sido esse processo, entre os anos de 2017 e 2021, no Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, países que receberam mais de 70% dos 5,6 milhões de venezuelanos que deixaram a Venezuela desde 2015.

“A maioria dos venezuelanos declara, em inquéritos realizados, a intenção de permanecer nos países de acolhimento”, sublinha.

Segundo a OIM, naqueles cinco países, “as taxas de desemprego são mais elevadas para os venezuelanos” pois “apesar do seu elevado nível de educação, muitos só têm conseguido aceder a empregos informais com salários baixos, em parte devido às barreiras para que as suas credenciais académicas sejam reconhecidas”.

“Isso tem deixado muitos venezuelanos a viver na pobreza. A pandemia só agravou a situação. Na Colômbia, Equador e Peru no outono passado, os venezuelanos disseram que os seus rendimentos tinham diminuído em mais de 50%”, explica.

Segundo o documento, “o acesso a atenção médica tem assumido uma nova urgência. Países como o Chile, Brasil e Equador têm sistemas de saúde universais, mas o medo de deportação ou a discriminação pode limitar o acesso. Na Colômbia e no Peru, a atenção médica não é universal e muito poucos têm seguro de saúde”.

“Além disso, há ainda um número considerável de venezuelanos em situação irregular e continuar os esforços [para integrá-los] será importante porque a regularização é o obstáculo principal à integração dos migrantes", afirma o relatório.

Por outro lado, segundo Óscar Pérez, da União de Venezuelanos no Peru, “a maioria dos venezuelanos está cansada de palmadinhas nas costas, de olhares de compaixão e mensagens de piedade”, devendo a atenção ser dirigida à integração e a garantir que os venezuelanos possam transformar dificuldades em oportunidades.

Nesse sentido, Diego Chaves- González, principal autor do relatório, afirma que nos países de acolhimento, apesar da solidariedade demonstrada “pode haver medos e uma forte resistência a atribuir recursos a grupos específicos da população”, em momentos em que a sociedade sente os efeitos da pandemia da covid-19 e a maioria sente relativa insegurança.

Segundo a OIM, “desde o início da pandemia (da covid-19), os rendimentos dos venezuelanos na Colômbia, Equador e Peru caíram mais de 50 por cento. Têm também taxas de desemprego mais elevadas e os que trabalham, trabalham mais horas e por menos dinheiro do que os seus homólogos no país de acolhimento”.

O relatório afirma que “a pandemia do coronavírus tem travado a integração socioeconómica dos refugiados em países da América Latina”, com base na análise de elementos-chave como a inclusão económica, a coesão social, o acesso à educação e a atenção sanitária a venezuelanos.

Durante a apresentação virtual do relatório, Diego Chaves-González recomendou reforçar os esforços para reduzir a irregularidade, aumentar as opções para aceder ao estatuto regular e reforçar o sistema de asilo.

Também garantir o acesso à educação, promover marcos legais, facilitar o reconhecimento de acreditações, abordar as lacunas salariais, flexibilizar requisitos, manter a transparência de dados, fortalecer a coesão social, condenar a xenofobia e usar uma retórica mais inclusiva, entre outras recomendações.

C/Lusa 

Pode também gostar

Adesão à greve de enfermeiros foi de 90% no turno da noite

Adesão à greve de enfermeiros foi de 90% no turno da noite

Montenegro leva “um abraço do povo português” a Marcelo Rebelo de Sousa

Montenegro leva “um abraço do povo português” a Marcelo Rebelo de Sousa

Passageiro de navio de cruzeiro socorrido ao largo do Porto Moniz

Passageiro de navio de cruzeiro socorrido ao largo do Porto Moniz

Possibilidade de entradas pagas surpreende comerciantes

Possibilidade de entradas pagas surpreende comerciantes

Maior dia do ano assinalado este domingo (vídeo)

Maior dia do ano assinalado este domingo (vídeo)

Preço dos combustíveis desce na próxima semana

Preço dos combustíveis desce na próxima semana

Louvre associa-se à Airbnb e oferece uma noite para casal no maior museu do mundo

Louvre associa-se à Airbnb e oferece uma noite para casal no maior museu do mundo

Idosos no meio laboral (Áudio)

Idosos no meio laboral (Áudio)

Portugueses na Venezuela temem uma chacina no país

Portugueses na Venezuela temem uma chacina no país

Interrupção do abastecimento de água na Ribeira Brava

Interrupção do abastecimento de água na Ribeira Brava

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Distribuição Digital
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026