Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Imagem de Número de casos confirmados de Monkeypox subiu para 37 em Portugal
Sociedade 23 mai, 2022, 13:20

Número de casos confirmados de Monkeypox subiu para 37 em Portugal

O número de casos confirmados de Monkeypox subiu para 37 e estão distribuídos pelas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Norte e Algarve, anunciou hoje a DGS, adiantando que os doentes estão “estáveis e em ambulatório”.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) adianta, em comunicado, que foram confirmados mais 14 casos de infeção humana por vírus Monkeypox pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), o que fez aumentar para 37 o número total de casos confirmados até ao momento em Portugal.

“Entre as amostras disponíveis, foi identificada, através de sequenciação, a clade (subgrupo do vírus) da África Ocidental, que é a menos agressiva”, salienta.

Segundo a DGS, estão em curso os inquéritos epidemiológicos dos casos suspeitos que vão sendo detetados, com o objetivo de identificar cadeias de transmissão e potenciais novos casos e respetivos contactos.

Relativamente à situação dos doentes, a DGS refere que se mantêm “em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis e em ambulatório”.

A DGS aconselha as pessoas que apresentem lesões ulcerativas, erupção cutânea, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, a procurar aconselhamento médico.

“Reforçam-se as medidas a implementar perante sintomas suspeitos, devendo os indivíduos abster-se de contacto físico direto com outras pessoas e de partilhar vestuário, toalhas, lençóis e objetos pessoais enquanto estiverem presentes as lesões cutâneas, em qualquer estadio, ou outros sintomas”, acrescenta.

A DGS continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias.

A doença rara, que tem o nome do vírus, é endémica na África Ocidental e Central, mas menos perigosa que a varíola, erradicada do mundo há 40 anos.

O vírus Monkeypox foi descoberto pela primeira vez em 1958 quando dois surtos de uma doença semelhante à varíola ocorreram em colónias de macacos mantidos para investigação, refere o portal do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês).

Não sendo os macacos o reservatório natural do vírus, que permanece desconhecido, especialistas consideram que é incorreto designar a doença ou a infeção como "varíola dos macacos".

Contudo, os macacos e roedores africanos podem alojar o vírus e infetar pessoas, adianta o CDC.

O primeiro caso humano de infeção com o vírus Monkeypox foi registado em 1970 na República Democrática do Congo, durante um período de esforços redobrados para erradicar a varíola. Desde então, vários países da África Central e Ocidental reportaram casos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o recente surto de Monkeypox afeta 12 países, onde foram notificados 92 casos.

Segundo o CDC, as infeções em pessoas que ocorreram fora de África estão ligadas a viagens internacionais ou a animais importados.

O período de incubação (tempo desde a infeção até ao aparecimento dos sintomas) do vírus "Monkeypox" é geralmente de 7 a 14 dias.

A doença dura, em média, duas a quatro semanas e em África mata até uma em cada 10 pessoas, de acordo com o CDC.

Apesar de a doença não requerer uma terapêutica específica, a vacina contra a varíola, antivirais e a imunoglobulina vaccinia (VIG) podem ser usados como prevenção e tratamento para a Monkeypox.

Lusa

Pode também gostar

Imagem de Cantar dos reis recupera tocadores de búzios (vídeo)

Cantar dos reis recupera tocadores de búzios (vídeo)

Imagem de ARAE apreendeu mais de 2.800 artigos só este mês (vídeo)

ARAE apreendeu mais de 2.800 artigos só este mês (vídeo)

Imagem de Estágios INOV Contacto alargados a jovens da Madeira

Estágios INOV Contacto alargados a jovens da Madeira

Imagem de IL defende um equilíbrio entre o turismo e a qualidade de vida (áudio)

IL defende um equilíbrio entre o turismo e a qualidade de vida (áudio)

Imagem de Flakka é a droga da “moda”

Flakka é a droga da “moda”

Imagem de Autarquia de Câmara de Lobos entrega 110 mil euros às 5 freguesias do concelho

Autarquia de Câmara de Lobos entrega 110 mil euros às 5 freguesias do concelho

Imagem de Daniel Ramos quer um Marítimo mais forte fora de casa

Daniel Ramos quer um Marítimo mais forte fora de casa

Imagem de Fronteiras fechadas até 15 de abril

Fronteiras fechadas até 15 de abril

Imagem de Covid-19: Reino Unido registou mais 110 mortes

Covid-19: Reino Unido registou mais 110 mortes

Imagem de PCP defende a criação de uma rede de aterros ou vazadouros na Região (áudio)

PCP defende a criação de uma rede de aterros ou vazadouros na Região (áudio)

PUB
RTP Madeira

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026