Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Ministro da Saúde diz que SNS está a fazer esforço “muito grande”
PAULO NOVAIS/LUSA
Sociedade 3 jan, 2024, 16:32

Ministro da Saúde diz que SNS está a fazer esforço “muito grande”

O ministro da Saúde disse hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a fazer um esforço "muito grande" para atender nas melhores condições possíveis os portugueses que recorrem aos serviços de urgência.

“Quando há afluxos muito grandes, como tem acontecido nalguns dias, é mais difícil que o atendimento seja feito de forma pronta”, disse o governante em Coimbra em declarações a jornalistas quando questionado sobre a pressão a que estão sujeitas as unidades hospitalares.

Manuel Pizarro voltou a apelar às pessoas para que se desloquem às urgências apenas quando estiverem “gravemente doentes” e contactem previamente a Linha Saúde 24, que, desde o dia 26 de dezembro, já recebeu mais de 62 mil chamadas.

Segundo o ministro, que falava à margem das cerimónias de receção da formação de Residência Farmacêutica e Internato Médico, o período crítico nas urgências hospitalares por causa da gripe sazonal deve manter-se durante as duas próximas semanas, “ainda assim atenuado por um belíssimo programa de vacinação”.

Manuel Pizarro disse que o Governo está a procurar “criar mecanismos de atendimento alternativo” através dos cuidados de saúde primários, com a abertura e prolongamento de horário de atendimento dos Centros de Saúde.

“Temos de organizar o sistema com mudanças estruturais que são essenciais e criar alternativas para resolver um problema crónico do SNS, que é excesso de afluxo às urgências que existe há décadas e nos deve preocupar”, sublinhou.

O governante salientou que está em curso uma “profunda” reforma do SNS, com a criação de 222 Unidades de Saúde Familiar (USF) e 31 novas Unidades Locais de Saúde (ULS), que vão substituir 100 organismos, cujas mudanças “demoram tempo” a ser implantadas.

“É um processo continuado. Estas mudanças não produzem todos os seus resultados no dia seguinte à sua implementação. Precisamos seguramente de meses para conseguir consolidar o modelo que reserve o serviço de urgência para quem dele verdadeiramente necessita”, disse o ministro da Saúde.

Salientando que só no último fim de semana mais de 13 mil pessoas foram atendidas nos Centros de Saúde, Manuel Pizarro considerou que a situação nas urgências “teria sido bem mais difícil se isso não tivesse acontecido”.

“Os cuidados de saúde primários são a porta certa para se entrar no SNS, no qual podemos e devemos combinar qualidade com proximidade e ter uma articulação virtuosa com os cuidados de nível hospitalar quando isso for necessário”, frisou.

Associado a esta ideia, o ministro da Saúde disse que não se pode adiar por mais tempo a reforma dos serviços de urgência, que apelidou de “doença crónica” do SNS, por ter um afluxo “excessivo”.

“Em 2022, por cada 100 portugueses houve de 63 episódios de urgência, quando a média dos países mais desenvolvidos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) é de 27, menos de metade”, sustentou.

Para Manuel Pizarro, este problema não tem “soluções simples” e nem mesmo a falta de médico de famílias para mais de 1,5 milhão de pessoas, sobretudo no sul e vale do Tejo, é responsável pelo grande afluxo aos serviços de urgências, já que o afluxo “é igual no norte, onde toda a gente tem médico de família”.

“Se não formos capazes de reestruturar o serviço de urgências para que deixe de ser o ponto de entrada no SNS, não conseguiremos tirar partido do conjunto das nossas políticas, porque um dos problemas seríssimos é a hiperconcentração da atenção e da disponibilidade dos profissionais de saúde nas urgências”, disse.

 

Lusa

Pode também gostar

Debate Mensal: Principais ideias do Orçamento da Região (áudio)

Debate Mensal: Principais ideias do Orçamento da Região (áudio)

Portugal regista mais 293 mortes

Portugal regista mais 293 mortes

Decreto-lei sobre USF C publicado em Diário da República

Decreto-lei sobre USF C publicado em Diário da República

Vacinar  mil docentes e não docentes (vídeo)

Vacinar mil docentes e não docentes (vídeo)

Ministra da Saúde pede abertura de inquérito ao caso de jovem que teve parto na rua

Ministra da Saúde pede abertura de inquérito ao caso de jovem que teve parto na rua

Madeira quer Banco de Fomento (vídeo)

Madeira quer Banco de Fomento (vídeo)

PSD vai manter verbas para a promoção do destino (áudio)

PSD vai manter verbas para a promoção do destino (áudio)

“Começada a guerra, é fundamental alcançar os objetivos” – Chega

“Começada a guerra, é fundamental alcançar os objetivos” – Chega

“É perfeitamente legítimo que os clubes tenham essa preocupação” (áudio)

“É perfeitamente legítimo que os clubes tenham essa preocupação” (áudio)

CHEGA apresentou uma providência cautelar

CHEGA apresentou uma providência cautelar

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026