Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Fenprof pede negociação suplementar sobre mobilidade por doença e contratos
Sociedade 23 mai, 2022, 16:43

Fenprof pede negociação suplementar sobre mobilidade por doença e contratos

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) voltou hoje a manifestar-se contra as regras propostas pelo Ministério da Educação para a mobilidade por doença e renovação de contratos, adiantando que vai solicitar a negociação suplementar sobre o tema.

“A Fenprof irá, com certeza, requerer a negociação suplementar, uma vez que não houve nenhuma alteração e não estamos de acordo com aquilo que o Ministério nos apresentou”, disse o secretário-geral.

Em declarações à agência Lusa no final da segunda de duas reuniões com o Ministério da Educação, Mário Nogueira lamentou que a tutela tivesse mantido, no essencial, as duas propostas apresentadas há uma semana e que mereceram críticas generalizadas por parte dos sindicatos.

Em causa, está a nova regulamentação da mobilidade por doença, que permite aos professores com patologias graves serem colocados em escolas perto de casa, e a renovação de contratos completos e incompletos.

Sobre o primeiro documento, o líder da Fenprof reiterou que a proposta do executivo “transforma a mobilidade por doença numa espécie de concurso” e sublinhou que os professores naquela situação não podem ficar sujeitos a vagas.

“As regras atuais podem ser ajustadas, nós não achamos que o que está, está rigorosamente bem, mas o regime que vier tem de prever situações que em os professores não se possam deslocar e em que não podem ter turmas atribuídas”, sustentou.

A proposta de regulamentação da mobilidade por doença do Ministério da Educação estabelece, por exemplo, que só podem solicitar a mobilidade por doença os professores colocados em escolas num raio superior a 25 quilómetros, em linha reta, de casa e que os docentes devem continuar a ter, pelo menos, seis horas de componente letiva.

Por outro lado, os professores são colocados conforme o grau de incapacidade, a idade do docente e as preferências manifestadas, dependendo a colocação da capacidade de acolhimento das escolas, que será de 10% do quadro total de professores em cada agrupamento.

De acordo com Mário Nogueira, o Ministério da Educação justificou as alterações para evitar situações de fraude na atribuição da mobilidade por doença, mas o dirigente sindical afirma que a solução não pode passar por prejudicar todos aqueles que dela necessitem.

“Vão fazem a verificação ao terreno, chamem professores aleatoriamente nos concelhos onde há uma maior concentração de professores em mobilidade por doença”, sugeriu, acrescentando que "não se pode ter a concentração como prova de fraude”.

Por outro lado, a Fenprof defende também que qualquer alteração à regulamentação entre em vigor só a partir do ano letivo 2023/2024.

Já em relação à renovação dos contratos, completos e incompletos, Mário Nogueira contestou o argumento apresentado pelo Ministério da Educação de que a renovação dos contratos oferece aos professores uma maior estabilidade profissional.

“A estabilidade não se obtém através de precariedade. No fundo, o Ministério está a propor uma solução que prolonga a precariedade, dando um ar de aparente estabilidade que não existe”, criticou.

O secretário-geral lamentou ainda que, na proposta, a tutela não permita sequer que se completem, na renovação, os horários dos professores inicialmente contratados para horários incompletos.

Lusa

Pode também gostar

Dez escolas da Madeira apresentam projeto de flexibilidade curricular

Dez escolas da Madeira apresentam projeto de flexibilidade curricular

TAP cancela últimos três voos da noite para a Madeira

TAP cancela últimos três voos da noite para a Madeira

Covid-19: ARM faturou menos 1 milhão de euros em março (Vídeo)

Covid-19: ARM faturou menos 1 milhão de euros em março (Vídeo)

Capitania do Funchal cancela aviso de vento forte

Capitania do Funchal cancela aviso de vento forte

29 milhões de euros para apoiar 1800 empresas (áudio)

29 milhões de euros para apoiar 1800 empresas (áudio)

Maputo voltou a parar à hora marcada com protestos nas ruas

Maputo voltou a parar à hora marcada com protestos nas ruas

Covid-19: Espanha assegura que só vai abrir fronteiras no final de junho

Covid-19: Espanha assegura que só vai abrir fronteiras no final de junho

«Quando aterramos no aeroporto de Lisboa passamos por vários edifícios» (vídeo)

«Quando aterramos no aeroporto de Lisboa passamos por vários edifícios» (vídeo)

Alegações finais do caso do insuflável, em abril

Alegações finais do caso do insuflável, em abril

Turistas ignoram o perigo da queda de pedras nos Anjos (vídeo)

Turistas ignoram o perigo da queda de pedras nos Anjos (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026