Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Imagem de Estatuto fiscal para custos do teletrabalho
Sociedade 03 mai, 2021, 20:45

Estatuto fiscal para custos do teletrabalho

A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) alertou esta segunda-feira o PS para a necessidade de ser definido um estatuto fiscal adequado aos custos do teletrabalho, caso as empresas tenham de assumir o seu pagamento aos trabalhadores.

"Chamámos a atenção do PS para a necessidade de ser definido um estatuto fiscal especial para os custos do teletrabalho, para evitar a sua taxação", disse à agência Lusa o presidente da CCP, João Vieira Lopes.

A Confederação empresarial assumiu esta posição numa audiência com a presidente do grupo parlamentar do Partido Socialista (PS), Ana Catarina Mendes, que teve como objetivo a discussão da proposta de lei socialista sobre o teletrabalho.

Segundo Vieira Lopes, caso as empresas passem a pagar aos trabalhadores os custos inerentes ao teletrabalho, terão de pagar impostos sobre eles, assim como os trabalhadores, tanto sejam considerados como um rendimento dos trabalhadores ou como uma despesa.

O presidente da CCP considerou lógico que as empresas assumam os custos relacionados com o material necessário para o teletrabalho, mas defendeu que "as situações devem ser analisadas caso a caso, para se conseguir algum equilíbrio, dado que existem componentes remuneratórias, como o subsídio de refeição ou de deslocação, que têm a ver com a prestação do trabalho presencial, que continuam a ser pagas".

"Os termos do teletrabalho devem ser definidos através da contratação coletiva ou de acordos individuais", disse.

A CCP elaborou um parecer escrito sobre a proposta de lei do PS, que entregou à líder parlamentar, onde critica a "disparidade de critérios" para a aceitação do regime de teletrabalho.

A proposta de lei do PS prevê que, caso seja o trabalhador a propor o teletrabalho, e se o empregador se opuser, terá de fundamentar a sua recusa por escrito.

Mas se for o empregador a tomar a iniciativa e o trabalhador recusar não terá de fundamentar e isso não pode ser motivo para despedimento.

"Em caso de recusa, qualquer das partes deve fundamentar a sua posição para evitar recusas arbitrárias", defendeu a CCP no seu parecer.

No documento a confederação defende que o teletrabalho não pode ser imposto às empresas e que estas também devem poder contratar trabalhadores exclusivamente para teletrabalho, se assim o entenderem.

Para a CCP, a imposição do teletrabalho, fora de situações excecionais, como a pandemia da Covid-19, seria "um atentado à autonomia de gestão das empresas e dos seus recursos humanos".

O Governo decretou o prolongamento até dia 16 de maio do teletrabalho obrigatório devido à pandemia de Covid-19.

A partir dessa data serão feitas avaliações mensais em função da evolução da pandemia.

O grupo parlamentar do PS ouviu, ao longo do dia, as opiniões dos parceiros sociais com o objetivo de receber contributos para a sua proposta.

O projeto de lei do PS para regulação do teletrabalho contempla o direito do trabalhador a desligar, mas exclui qualquer imposição à entidade patronal de pagar a energia ou a água do funcionário que trabalhe em casa.

A questão da obrigatoriedade ou não da entidade patronal pagar as contas de energia ou de água de quem está em teletrabalho é uma das várias diferenças entre os diplomas do Bloco de Esquerda e do PS – diplomas que serão debatidos em plenário no dia 05 de maio, em conjunto com outro do PCP.

C/Lusa 

Pode também gostar

Imagem de Na oficina de Cláudio Nóbrega (vídeo)

Na oficina de Cláudio Nóbrega (vídeo)

Imagem de Madeira vai criar Gabinete de Representação em Bruxelas

Madeira vai criar Gabinete de Representação em Bruxelas

Imagem de Rali da Ribeira Brava aprovado pela FPAK e autorizado pela Direção Regional da Saúde

Rali da Ribeira Brava aprovado pela FPAK e autorizado pela Direção Regional da Saúde

Imagem de Há exportações de Vinho Madeira suspensas (vídeo)

Há exportações de Vinho Madeira suspensas (vídeo)

Imagem de CAB venceu Oliveirense (Áudio)

CAB venceu Oliveirense (Áudio)

Imagem de João Silva volta a ser o mais rápido no Campo de Golfe (vídeo)

João Silva volta a ser o mais rápido no Campo de Golfe (vídeo)

Imagem de Sobe a quota da captura mas nada de atum ainda (áudio)

Sobe a quota da captura mas nada de atum ainda (áudio)

Imagem de Suspeitos do ataque de sexta-feira em Moscovo comparecem em tribunal

Suspeitos do ataque de sexta-feira em Moscovo comparecem em tribunal

Imagem de Cerca de 800 professores na Madeira em risco de depressão, diz estudo (Áudio)

Cerca de 800 professores na Madeira em risco de depressão, diz estudo (Áudio)

Imagem de Pode faltar carne para espetada nos arraiais (vídeo)

Pode faltar carne para espetada nos arraiais (vídeo)

PUB
RTP Madeira

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026