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Estados Unidos e aliados vão proibir novos investimentos na Rússia
Sociedade 05 abr, 2022, 22:03

Estados Unidos e aliados vão proibir novos investimentos na Rússia

Os Estados Unidos, em coordenação com União Europeia (UE) e G7, vão anunciar novas sanções à Rússia, como o congelamento de investimentos, reagindo aos crimes de guerra na Ucrânia, revelou um alto responsável da Administração norte-americana.

Entre as medidas a anunciar na quarta-feira contra a Rússia estão a proibição de todos os novos investimentos naquele país, sanções mais eficazes às instituições financeiras e empresas estatais e sanções a funcionários do Governo e aos seus familiares, segundo adiantou um alto funcionário da Administração Biden, citado pela AP, sob condição de anonimato.

O Presidente norte-americano, Joe Biden, e os aliados dos Estados Unidos têm trabalhado conjuntamente para impor sanções económicas à Rússia por ter invadido a Ucrânia há mais de um mês, incluindo o congelamento de ativos do banco central, controlos de exportação e apreensão de propriedades, tais como iates, da elite russa.

Todavia, os pedidos de aumento das sanções intensificaram-se esta semana em retaliação aos ataques, assassínios e destruição na cidade ucraniana de Bucha.

O alto funcionário norte-americano disse que as sanções iriam aumentar o “isolamento” económico, financeiro e tecnológico da Rússia face ao resto do mundo, como condenação pelos seus ataques a civis na Ucrânia.

Esse isolamento é um aspeto fundamental na estratégia dos Estados Unidos, que se baseia na ideia de que a Rússia vai acabar a necessitar de recursos e equipamentos para continuar a combater uma guerra prolongada em território ucraniano.

Uma Rússia cada vez mais frustrada com a resistência ucraniana utilizou táticas militares que indignaram grande parte da comunidade global em geral, levando a acusações de crimes de guerra e novas sanções.

Ainda assim, quase toda a UE absteve-se de uma proibição total do petróleo e gás natural russos, o que provavelmente arrasaria a economia do país.

Na segunda-feira, Joe Biden pediu que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, seja julgado por crimes de guerra por causa das atrocidades e abusos em Bucha, na região administrativa de Kiev.

Os cadáveres do que parecem civis foram encontrados espalhados nas ruas – muitos deles aparentemente mortos à queima-roupa.

O chefe de Estado norte-americano referiu ainda que os Estados Unidos e os seus aliados iriam reunir detalhes para um julgamento de crimes de guerra, enfatizando que Putin foi “brutal” e as suas ações “ultrajantes”.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.480 civis, incluindo 165 crianças, e feriu 2.195, entre os quais 266 menores, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra já causou um número indeterminado de baixas militares e a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, das quais 4,2 milhões para os países vizinhos.

Esta é a pior crise de refugiados na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945) e as Nações Unidas calculam que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

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