No caso das luvas, a diretora-geral da Saúde afirmou que dão “apenas uma falsa sensação de segurança”, admitindo a possibilidade de serem usadas “uma única vez”, num único ato de contacto, e depois descartadas.
No entanto, aconselhou a população a não usar luvas.
“A principal medida de proteção é a lavagem frequente das mãos e no intervalo da lavagem não tocar na cara, sobretudo no nariz, olhos e boca”, disse, frisando que as luvas, sobretudo “utilizados frequentemente, seguidamente e constantemente só estão a acumular potencialmente vírus de diversas origens”.
Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela DGS, registaram-se 295 mortes, mais 29 do que na véspera (+11%), e 11.278 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 754 em relação a sexta-feira (+7,2%).
Dos infetados, 1.084 estão internados, 267 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.
Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado esta semana na Assembleia da República.
C/Lusa