A iniciativa, que remonta à primeira metade do século XX, celebra a liberdade imaginativa dos foliões, num desfile marcado pela improvisação e pelo espírito crítico que distinguem este cortejo dos temáticos.
O historiador Alberto Vieira recordava, numa entrevista à RTP em 2019, que o Carnaval madeirense tem raízes religiosas, mas também influências ligadas à escravatura e à produção açucareira no século XVI.