Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Imagem de Cientistas pedem mais restrições para combater Ómicron
Sociedade 11 dez, 2021, 15:52

Cientistas pedem mais restrições para combater Ómicron

O Governo britânico deve introduzir restrições mais duras para desacelerar o crescimento da variante Ómicron e evitar um novo aumento nas hospitalizações e mortes por covid-19, defenderam hoje cientistas britânicos.

Um estudo de cientistas da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres prevê que a nova variante poderá provocar entre 25.000 e 75.000 mortes nos próximos cinco meses no Reino Unido, se não se adotarem restrições mais severas.

O estudo aponta para uma nova onda de contágios, com mais infeções e hospitalizações do que aquelas que foram registadas em janeiro deste ano, aquando do aparecimento da variante Delta, e sugere que a variante Ómicron pode tornar-se na variamente mais dominante em Inglaterra em alguns dias.

O Reino Unido registou 58.194 casos na sexta-feira, o maior número desde janeiro, embora se desconheça quantos pertencem à variante Ómicron.

Nas suas previsões, os especialistas trabalharam em dois possíveis cenários: um “mais otimista”, em que a Ómicron pode não atingir tanto o sistema imunitário e as doses de reforço da vacinação serem mais eficazes, e um cenário “mais pessimista”.

O número de infeções vai depender do grau de proteção das vacinas contra a nova variante e das respetivas doses de reforço, que permanece desconhecido.

No primeiro caso, são esperados 2.000 internamentos hospitalares diários, totalizando 175.000 internamentos e 24.700 mortes até ao final de abril.

Se forem tomadas medidas no início do ano, como restringir as hospitalizações, fechar alguns locais de entretenimento e impor lotações quando as pessoas se juntam, será possível controlar a onda e reduzir a 53.000 as hospitalizações e baixar para 7.600 as mortes.

Na pior trajetória, os cientistas preveem um pico de hospitalizações, o dobro do verificado em janeiro deste ano, até um total de 492.000, e 74.800 mortes.

Com maiores restrições, o pico de internamentos pode ficar abaixo do último pico da pandemia.

Essas possibilidades, lembra o estudo, referem-se apenas ao caso de não serem tomadas medidas além das atuais, em que se recomenda o uso de máscara em espaços fechados, a apresentação de certificados digitais de vacinação à entrada de espaços de animação noturna e o teletrabalho quando for possível.

“No nosso cenário mais otimista, o impacto da Ómicron no início de 2022 seria reduzido com medidas leves de controlo, como trabalhar em casa”, disse Rosanna Barnard, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, enquanto “o cenário mais pessimista sugere que podemos ter que suportar restrições mais severas para garantir que o (serviço de saúde) não fique sobrecarregado”.

A especialista reconheceu que "ninguém quer um novo confinamento", mas medidas de último recurso podem ser necessárias se a Ómicron for mais contagiosa, e sublinhou que os dirigentes políticos “devem considerar todo o impacto social das medidas e não apenas o epidemiológico”.

O governo de Boris Johnson não tem previstas medidas mais severas, mas vai oferecer a dose de reforço da vacina a cidadãos acima dos 18 anos até ao final de janeiro.

C/Lusa 

Pode também gostar

Imagem de Covid-19: Taxa de testes de diagnóstico com resultado positivo é elevada – DGS

Covid-19: Taxa de testes de diagnóstico com resultado positivo é elevada – DGS

Imagem de Viagens de comboio grátis para alunos que transitem de ano no ensino superior

Viagens de comboio grátis para alunos que transitem de ano no ensino superior

Imagem de Candidata única Mariana Leitão eleita presidente da IL com 73% dos votos

Candidata única Mariana Leitão eleita presidente da IL com 73% dos votos

Imagem de Marítimo B empata com o Leça

Marítimo B empata com o Leça

Imagem de PS defende criação de centro de recuperação de animais (vídeo)

PS defende criação de centro de recuperação de animais (vídeo)

Imagem de Cáritas doa 20 mil euros a congénere ucraniana

Cáritas doa 20 mil euros a congénere ucraniana

Imagem de Covid-19: A meio de julho, 92% das empresas na Madeira já tinham retomado a atividade, diz inquérito

Covid-19: A meio de julho, 92% das empresas na Madeira já tinham retomado a atividade, diz inquérito

Imagem de Zona Norte com números recorde no turismo (áudio)

Zona Norte com números recorde no turismo (áudio)

Imagem de Junta de freguesia faz balanço positivo do Monte do Imperador (áudio)

Junta de freguesia faz balanço positivo do Monte do Imperador (áudio)

Imagem de Comerciantes e turistas satisfeitos com a Festa da Flor (vídeo)

Comerciantes e turistas satisfeitos com a Festa da Flor (vídeo)

PUB
RTP Madeira

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2025