Os sauditas expressaram “a sua mais veemente condenação e repúdio pelo ataque desprezível que teve como alvo o edifício da embaixada dos Estados Unidos em Riade”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita em comunicado.
A Arábia Saudita confirmou hoje que a embaixada foi atacada por dois drones, provocando um “incêndio de pequena escala” e danos ligeiros.
A embaixada dos Estados Unidos confirmou que não houve feridos durante o incidente, de acordo com vários meios de comunicação locais.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou hoje que “em breve” será revelada a resposta ao ataque com drones à embaixada norte-americana em Riade.
O ataque ocorreu poucas horas depois de o Departamento de Estado dos EUA recomendar aos cidadãos norte-americanos em 14 países da região, incluindo Arábia Saudita, Jordânia, Líbano, Kwuait, que deixassem a região enquanto ainda estão disponíveis aviões comerciais.
Os Estados Unidos anunciaram hoje o encerramento por tempo indeterminado da sua embaixada no Kuwait, quando ocorrem ataques iranianos contra alvos norte-americanos no Golfo Pérsico.
No domingo, o Departamento de Estado ordenou a saída de pessoal não essencial da sua embaixada no Kwuait e de outras instalações diplomáticas noutros países na região.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa “eliminar ameaças iminentes” do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.
O Irão já confirmou a morte do ‘ayatollah’ Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os ataques de Israel e dos Estados Unidos já fizeram 787 mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.
Lusa