Em causa poderão estar crimes de burla qualificada, falsificação de documentos e falsidade informática, que envolveram a falsificação de faturas e cartões de embarque.
Na parte da manhã foi ouvido um antigo colaborador da agência de viagens em causa, que disse ter cumprido ordens apenas do proprietário da agência, admitindo ter ido a Lisboa levantar reembolsos nos CTT.
Admitiu que os clientes da agência pagavam apenas as tarifas de residentes, sendo que os valores levantados correspondiam depois às tarifas mais caras, dentro das elegíveis para os reembolsos.
Quatro arguidos estiveram ausentes da sessão.