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Imagem de Rússia lança mais de 100 drones e reclama ter tomado aldeia
Foto: EPA/MIKHAIL METZEL/SPUTNIK
Política 9 mar, 2025, 17:11

Rússia lança mais de 100 drones e reclama ter tomado aldeia

A Ucrânia afirmou hoje que a Rússia lançou mais de 100 drones no sábado à noite sobre Kiev e numerosas regiões ucranianas, enquanto os russos reclamaram ter tomado uma aldeia ucraniana numa ofensiva na região transfronteiriça de Kursk.

Esta vaga de ataques russos segue-se a ataques no leste e nordeste da Ucrânia na sexta-feira e no sábado, que mataram pelo menos 14 pessoas.

A força aérea ucraniana afirmou que a Rússia lançou 119 drones durante a noite.

Um dos ataques, com uma bomba planadora – um engenho sem orientação, mas com asas dobráveis que lhe permitem planar depois de ser largado -, atingiu edifícios residenciais na cidade de Druzhkivka, na região de Donetsk, onde a linha da frente está agora perto de várias cidades importantes.

Foram feridas 12 pessoas, incluindo uma rapariga de 15 anos, e danificados blocos de apartamentos de vários andares e um café.

Outros 71 drones russos foram abatidos numa dúzia de regiões e em Kiev, enquanto outros 37 não causaram danos. A força aérea ucraniana afirmou que os drones causaram danos em seis regiões, sem dar quaisquer pormenores.

Por seu lado, a Rússia afirmou que, no sábado, os ucranianos lançaram 131 drones sobre a região de Belgorod, que faz fronteira com a Ucrânia, e que 101 deles tinham sido abatidos.

O governador da região, Vyacheslav Gladkov, afirmou que ninguém ficou ferido nos ataques.

O Ministério da Defesa russo afirmou num comunicado que as suas forças “libertaram” a pequena aldeia de Novenke, na região de Sumy, perto da fronteira com a região russa de Kursk.

Esta declaração confirma as informações segundo as quais o exército russo terá montado uma grande ofensiva na região de Sumy.

No sábado, Kiev negou qualquer avanço importante das forças de Moscovo nesta região, afirmando que o seu exército estava a destruir grupos de soldados que tentavam atravessar a fronteira.

A Rússia ocupou brevemente partes da região de Sumy no início da sua ofensiva, em 2022.

Em agosto do ano passado, a Ucrânia lançou uma incursão na região de Kursk, apoderando-se de território considerado por Kiev como uma potencial moeda de troca em eventuais negociações de paz. Mas, desde então, a Rússia recapturou mais de dois terços deste território.

A Rússia também disse que as suas forças retomaram a aldeia russa de Lebedevka na região de Kursk, onde afirmou que estava “a continuar a derrotar unidades ucranianas”.

Ao retomar Lebedevka, as tropas russas estão prestes a retomar a cidade de Sudzha, controlada pelos ucranianos, a cerca de 10 quilómetros de distância.

Acredita-se que os recentes ataques russos tenham cortado as rotas de abastecimento das tropas ucranianas na região de Kursk, embora Kiev não tenha confirmado esta informação.

Estas operações ocorrem enquanto os Estados Unidos congelaram as entregas de ajuda à Ucrânia, que deverá manter conversações com responsáveis norte-americanos na Arábia Saudita na terça-feira.

Washington afirmou que procura chegar a acordo sobre um cessar-fogo e um “quadro” para um acordo de paz, depois de ter congelado o fornecimento de armas e bloqueado o acesso dos ucranianos a relatórios dos serviços secretos e imagens de satélite.

Lusa

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