Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Marcelo afasta «um recuo» no Estado de Emergência
Política 18 jun, 2021, 16:42

Marcelo afasta «um recuo» no Estado de Emergência

O Presidente da República defendeu esta sexta-feira que o Governo “agiu de acordo com a sua competência” nas medidas para a Área Metropolitana de Lisboa devido à pandemia, sublinhando afastar “um recuo” quanto ao Estado de Emergência.

“A minha posição é a mesma, cabe-me a mim a declaração do Estado de Emergência, e eu não vejo razões para haver um recuo quanto ao Estado de Emergência, por aquilo que já disse várias vezes: número de mortos, número de cuidados intensivos, número de internados, que continua muito, muito abaixo do limite que justificou o Estado de Emergência no tempo em que ele durou”, defendeu Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado falava aos jornalistas em Nova Iorque, onde se encontra para acompanhar a recondução de António Guterres num segundo mandato como secretário-geral das Nações Unidas e foi confrontado com as medidas decididas pelo Governo.

Na quinta-feira, o Conselho de Ministros anunciou a proibição da circulação de e para a Área Metropolitana de Lisboa (AML) aos fins de semana, a partir das 15:00 de sexta-feira, devido à subida dos casos de Covid-19 neste território.

Marcelo Rebelo de Sousa referiu que “o Governo agiu de acordo com a sua competência”, sendo a Constituição e a lei “muito claras”: “Cabe ao Governo a gestão em tempo de não haver Estado de Emergência”.

Já o decretar do Estado de Emergência é uma competência do Presidente da República.

“Cada um tem os seus poderes. Eu já esclareci em que casos, para além dos limites, se justificaria haver um recuo através do Estado de Emergência. Estamos longe disso, há um número elevado de casos, mas, felizmente, sem a projeção nos internados em cuidados intensivos e nos mortos que justificou há uns meses o Estado de Emergência”, afirmou.

Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que “o Presidente não vê razões para mudar de opinião quanto ao Estado de Emergência”.

O chefe de Estado foi ainda confrontado com a posição do bastonário da Ordem dos Advogados, Luís Menezes Leitão, que considerou "claramente inconstitucionais" as medidas sanitárias anunciadas pelo Governo para a AML.

“Não vi essa argumentação, ouvi falar nela, que havia quem defendesse isso, mas não vi ainda o fundamento, portanto, não me quero pronunciar”, respondeu Marcelo Rebelo de Sousa.

Em declarações à Lusa, o Secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Tiago Antunes, discordou em absoluto, afastando qualquer dúvida de constitucionalidade em relação à medida que saiu do último Conselho de Ministros.

"Os limites à circulação estão expressamente previstos na Lei de Bases da Proteção Civil como uma das medidas típicas da situação de calamidade. Tratando-se de uma medida prevista em lei aprovada pela Assembleia da República, não há qualquer inconstitucionalidade", advogou Tiago Antunes.

O Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares salientou ainda que em Portugal, "por diversas vezes", durante a pandemia da Covid-19, "já houve limites à circulação entre concelhos fora da vigência do Estado de Emergência".

No final da reunião do Conselho de Ministros, a Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, afirmou que "as restrições de circulação de e para a AML aplicam-se a partir das 15:00" de hoje até às 06:00 de segunda-feira.

A Ministra destacou que esta é uma medida nova de controlo da pandemia, que "não é fácil nem desejada por ninguém, mas que é necessária" para conter o agravamento da incidência da doença nesta região, sobretudo com a prevalência da variante "delta" do Coronavírus.

C/Lusa 

Pode também gostar

Doença leva ao corte de 30 palmeiras no Porto Santo (áudio)

Doença leva ao corte de 30 palmeiras no Porto Santo (áudio)

Madeirenses regularizam boletim de vacinas (vídeo)

Madeirenses regularizam boletim de vacinas (vídeo)

PCP insta Governo a apresentar soluções para refugiados

PCP insta Governo a apresentar soluções para refugiados

Funchal já tem no terreno um projeto de apoio aos sem Abrigo (vídeo)

Funchal já tem no terreno um projeto de apoio aos sem Abrigo (vídeo)

PAN pede jogo limpo nesta campanha eleitoral (vídeo)

PAN pede jogo limpo nesta campanha eleitoral (vídeo)

CDS acusa Governo de ser reativo (Vídeo)

CDS acusa Governo de ser reativo (Vídeo)

Obras de reabilitação da Escola do Tanque (áudio)

Obras de reabilitação da Escola do Tanque (áudio)

PSD exige que Costa pague metade do valor do novo hospital da Madeira

PSD exige que Costa pague metade do valor do novo hospital da Madeira

PSD perde votos mas ganha no Porto Moniz

PSD perde votos mas ganha no Porto Moniz

Celso Bettencourt pede mais investimento em Câmara de Lobos (áudio)

Celso Bettencourt pede mais investimento em Câmara de Lobos (áudio)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026