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Foto: RTP
Política 8 dez, 2024, 21:07

JPP anuncia chumbo ao Orçamento Regional de 2025 (vídeo)

Uma decisão unânime do partido Juntos Pelo Povo, anunciada por Élvio Sousa.

“A Comissão Política Nacional do JPP, que representa todos os seus militantes, decidiu, por unanimidade, rejeitar a proposta de Orçamento de 2025.

Uma análise cuidada desse Orçamento e das contas mostra infelizmente, que com este caminho de despesismo de Albuquerque, esbanjamento e distribuição de subsídios a torto e a direito, podemos estar à beira de uma nova Bancarrota. E nesse caso, nem três orçamentos, salvarão as contas públicas, e como sempre, serão os madeirenses e o Povo a pagar a fatura.

Com verdade e responsabilidade, temos de fazer esse alerta.

Com este Orçamento, continua a pouca-vergonha do costume, o compadrio, as transferências de dinheiro do Povo para os amigos do partido e para alimentar os monopólios; os milhões de euros em nomeações políticas de arguidos e de clientelas; dinheiro de fundos comunitários para cooperativas de ex-secretários; nem um tostão do Orçamento para a habitação a preços reduzidos, e atenção com a despesa fora de controlo e a dívida a crescer a olhos vistos.

Importa esclarecer o seguinte, e impedir que a mentira de Albuquerque se espalhe: ao contrário do que tem sido dito, nós nunca recusamos reunir para falar sobre este Orçamento. Quem rejeitou sentar-se, com humildade e responsabilidade, à mesa com os representantes do Povo (tal como outros líderes o fizeram, António Costa, Luís Montenegro e José Manuel Bolieiro, nos Açores), foi o próprio Albuquerque. Essa é a verdade.

Albuquerque esteve com medo de enfrentar a verdade, e a realidade, com sentido de Estado e de compromisso, tal como nós sempre tivemos.

Digo-vos, com toda a frontalidade e honestidade, que o cenário sem o orçamento não é o ideal, é óbvio, mas também não é a catástrofe e a desgraça que Albuquerque anda a semear.

Ainda este ano estivemos, por decisão de Albuquerque, quase 8 meses sem Orçamento), e a economia regional continuou a crescer. Depois vieram os retroativos nos salários dos funcionários públicos, nas pensões e até no IRS.

Albuquerque e metade do seu governo (suspeitos de crimes de corrupção) tornou-se um “mestre da chantagem”, lançando o terror sobre as empresas, os funcionários do setor publico e privado, sobre os reformados e as instituições de solidariedade social.

Da boca de quem está agarrado à imunidade a culpa será sempre dos outros.

Os suspeitos de corrupção e de compadrio não estão no JPP e na sua liderança. Estão dentro do Governo e no PSD.

Por isso, perante uma clara e inequívoca falta de confiança, de credibilidade, de rigor e transparência nas contas, pergunto se os madeirenses querem deixar 2.600 milhões de euros nas mãos de Albuquerque e de Rogério Gouveia?

É necessário parar para acertar o passo. E parar não significa que a vida social, económica e cultural vai estagnar.

Urge fazer uma verdadeira limpeza de toda esta situação, e trazer uma nova esperança. Com medidas para reduzir o custo de vida, para baixar o preço da luz e do gás, dos bens de supermercado, colocar um Ferry para passageiros e mercadorias, um subsídio de insularidade para todos os trabalhadores do público e do privado, mais habitação para jovens e classe média e um reforço do complemento de reforma.

Esta é a nossa decisão; para acautelarmos, com a responsabilidade e com verdade, e em bom rigor as contas públicas.”

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