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Imagem de Guterres condena “impunidade quase total” que impede resolver guerras no mundo
Foto: REUTERS/Denis Balibouse
Política 28 ago, 2024, 15:43

Guterres condena “impunidade quase total” que impede resolver guerras no mundo

O secretário-geral das Nações Unidas lamentou hoje a "impunidade quase total" que existe no mundo, em que as potências se neutralizam umas às outras, impedindo que a comunidade internacional consiga resolver as várias guerras.

 

Em conferência de imprensa em Díli após um encontro com o Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, António Guterres considerou que “ninguém hoje tem respeito por ninguém e por nada, não há respeito pela carta das Nações Unidas, não há respeito pela lei internacional e também não há respeito pelas potências”.

Segundo o secretário-geral, esta “impunidade quase total” faz que continuem guerras como a do Sudão, Médio Oriente, República Democrática do Congo ou Myanmar (antiga Birmânia), que a “comunidade internacional se tem mostrado impotente” para resolver.

Guterres defendeu, por isso, reformas “absolutamente essenciais” das instituições multilaterais para que seja possível garantir o respeito pela Carta das Nações Unidas e pela lei internacional.

O secretário-geral da ONU, que chegou hoje a Díli para uma visita oficial de três dias no âmbito das comemorações dos 25 anos do referendo que levou à restauração da independência de Timor-Leste, considerou que as divisões geopolíticas que hoje existem no mundo não permitiriam repetir noutros conflitos a unanimidade que se conseguiu na altura junto da comunidade internacional para a intervenção das Nações Unidas no país.

“Duvido sinceramente que uma situação similar hoje tivesse o mesmo resultado. Com as divisões geopolíticas que existem, duvido que o Conselho de segurança votasse unanimemente e duvido que se criassem as condições de aceitação para que uma intervenção desse tipo em qualquer outro ponto do mundo possa ter lugar”, disse.

Sobre Timor-Leste, considerou que “a restauração da independência não foi um fim, mas um novo começo que exigiu unidade e determinação para ultrapassar os obstáculos” e destacou a evolução do país em áreas como a educação, acesso à eletricidade, combate à insegurança alimentar, desigualdade de género, desemprego jovem e melhoria no acesso a cuidados de saúde.

Timor-Leste “tem feito um progresso impressionante na construção de uma sociedade democrática, pelo desenvolvimento centrado nas pessoas” e “atingiu importantes progressos em matéria de resiliência económica”, considerou.

“Hoje estou aqui como testemunha de uma nação que se soube afirmar e que prevaleceu, em paz e harmonia com os seus vizinhos, uma democracia consolidada e assente no respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais”, disse.

Guterres convidou ainda Timor-Leste a participar na Cimeira do Futuro, que se realiza em setembro, em Nova Iorque, para tentar alcançar “um consenso global” sobre novas formas de cooperação, considerando que “os países em desenvolvimento podem beneficiar deste plano”.

Por seu lado, o Presidente timorense recordou que António Guterres foi primeiro-ministro de Portugal “num período crucial para Timor-Leste”, conseguindo convencer os Estados Unidos a aceitarem uma intervenção da ONU no país.

Ramos-Horta considerou Guterres é “um homem brilhante, inteligente e com grande coração” e defendeu que o mundo precisa de líderes com compaixão”.

O chefe de Estado timorense condecorou hoje António Guterres com o Grande Colar da Ordem de Timor-Leste, a mais alta distinção do país, considerando que “foi um defensor proeminente do direito do povo de Timor-Leste à autodeterminação e independência, desempenhando um papel fundamental na resolução da questão”.

Em 30 de agosto de 1999, 344.580 das 446.666 pessoas registadas escolheram a independência do país e consequentemente o fim da ocupação da Indonésia, que invadiu Timor-Leste em 07 de dezembro de 1975, apesar da violência perpetrada pelas milícias que apoiavam a integração.

Com o resultado do referendo, a Indonésia abandonou Timor-Leste, com as milícias pró-indonésias a deixarem um rasto de horror e violência, tendo então entrado a autoridade de transição das Nações Unidas, que geriu o país até à restauração da independência, em 20 de maio de 2002.

Lusa

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