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Governador do BdP defende um país mais preventivo e menos reativo
Foto: Lusa
Política 23 mar, 2026, 20:51

Governador do BdP defende um país mais preventivo e menos reativo

O governador do Banco de Portugal defendeu hoje que o país precisa de se tornar numa sociedade preventiva para responder a futuras catástrofes e diversificar as suas fontes energéticas para não estar dependentes de conflitos geopolíticos.

Em Leiria, onde participou na conferência sobre “Economia, Risco e Resiliência Depois da Tempestade Kristin”, Álvaro Santos Pereira salientou que as alterações climáticas representam um risco para a economia e para o sistema financeiro, pelo que é necessário “preparar e planear o futuro”.

Na sua comunicação, que encerrou a iniciativa promovida pelo município de Leiria, o antigo ministro da Economia no tempo da ‘troika’ frisou que as tempestades que assolaram Portugal em janeiro e fevereiro causaram graves perdas económicas, que podem “aumentar o risco de crédito no setor bancário”.

Segundo Álvaro Santos Pereira, em dezembro de 2025, as empresas dos concelhos mais afetados tinham 28 mil milhões de empréstimo e os particulares 20,8 mil milhões de empréstimo à habitação, dos quais 15,8 mil milhões para habitação própria e permanente.

O governador do Banco de Portugal (BdP) disse que, no imediato, tempestades como a Kristin têm um impacto na disrupção da atividade, afetando o Produto Interno Bruto e a inflação, além dos danos materiais em infraestruturas, edifícios e equipamentos.

No médio prazo, poderá provocar perda de capacidade produtiva e o encerramento de empresas.

Álvaro Santos Pereira defendeu um país mais resiliente, capaz de responder a eventos extremos “cada vez mais frequentes e intensos”, como as tempestades e os incêndios florestais.

Para o governador, Portugal tem de ser capaz de “avaliar riscos, planear e diversificar” e passar de uma sociedade reativa para preventiva, retirando lições dos últimos eventos como a tempestade Kristin, o apagão elétrico de 2025 ou os incêndios de 2017.

“Sociedades que planeiam e se preparam para diversas eventualidades e cenários são mais resilientes e robustas”, sublinhou Álvaro Santos Pereira, defendendo também que os custos de adaptação às alterações climáticas “devem ser devidamente estimados e integrados nas análises de sustentabilidade da dívida”.

Para o antigo ministro, as populações “não podem ficar esquecidas e é preciso continuar a acompanhar a recuperação das zonas afetadas e a monitorizar os impactos económicos”, sendo “imperativo” corrigir falhas detetadas nos sistemas e infraestruturas.

Defendeu ainda que Portugal deve diversificar as suas fontes de energia para fazer face aos riscos das relações comerciais, num “contexto internacional, com elevadas tensões e conflitos geopolíticos”.

A conferência “Economia, Risco e Resiliência Depois da Tempestade Kristin” decorreu durante a tarde de hoje no Teatro Miguel Franco, dividida em três painéis, que abordaram o “Risco climático e impacto económico”, a “Estabilidade financeira e resposta imediata” e a “Reconstrução competitiva e execução estruturada”.

Lusa

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