Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Imagem de Foco de infeção negligenciado
Política 29 jan, 2021, 18:14

Foco de infeção negligenciado

O investigador Henrique Barros considerou hoje que se tem dado "demasiado ênfase" à transmissão da covid-19 pessoa a pessoa, esquecendo o papel das superfícies, defendendo a revisão desta posição porque pode estar aí "o insucesso" no combate à pandemia.

O presidente da direção do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto afirmou na audição por videoconferência na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19 que o instituto pretende continuar a trabalhar em três aspetos ligados ao risco.

"O primeiro, que se confunde muitas vezes com os fatores de risco, que é a compreensão dos mecanismos de transmissão de infeção e particularmente de doença", disse o epidemiologista, lamentando que se tenha trabalhado muito pouco sobre isto em Portugal, porque "é essencial perceber o que se está a passar".

"Sabemos que não há infeção sem pessoas que transmitam, acreditamos que se tem posto demasiado ênfase na transmissão de pessoa a pessoas por via aérea, esquecendo o papel das superfícies e é preciso rever esta posição porque parte do insucesso também pode estar por aí", salientou o também presidente do Conselho Nacional de Saúde.

Poe esta razão, Henrique Barros considerou ser fundamental compreender também os contextos da infeção: "defendemos sempre muito a realização de estudos que nos permitissem dizer, informar qual era a natureza dos contextos e que proporção é atribuível a cada um desses contextos".

Chamou a atenção para um aspeto que "continua extraordinariamente evidente", que é "a natureza heterogénea" da infeção pelo SARS-CoV-2, que provoca a covid-19.

O epidemiologista salientou que, "apesar de Portugal ser um país geograficamente pequeno, na sua extensão em termos de distâncias, tem sido particularmente evidente a heterogeneidade da infeção".

"Daí que falar da infeção em Portugal seja provavelmente um erro porque o tempo da infeção, o espaço da infeção, o momento da sua evolução dinâmica nas populações é completamente distinto nas várias regiões e importa não só identificar isso, compreender isso e agir em conformidade com isso", defendeu Henrique Barros.

Segundo o epidemiologista, esta heterogeneidade é marcada também na evolução ao longo do tempo, que "é especialmente relevante" para se conseguir perceber "algumas das perplexidades" com que os investigadores se deparam.

Para Henrique Barros, é importante serem capazes de entender "o que está verdadeiramente a agir, o que está verdadeiramente a acontecer, para que em determinados momentos a infeção tenha uma expressão tão marcada e noutros essa expressão seja tão diversa", no mesmo momento, em locais diferentes, e sob as mesmas medidas gerais aplicadas.

Salientou ainda a importância de investigar e estudar a evolução dos doentes com esta infeção e de "uma forma rápida sublinhar a importância daquilo que se chama a doença covid longa, ou seja, a persistência de sintomas depois da recuperação e a persistência particularmente sintomas muitos meses após aquilo que se podia considerar o desaparecimento da infeção".

Pode também gostar

Imagem de Mais de 20.000 milhões de fundos europeus gastos na execução de projetos

Mais de 20.000 milhões de fundos europeus gastos na execução de projetos

Imagem de Madeira avança com concurso público para ligações marítimas regulares com o continente

Madeira avança com concurso público para ligações marítimas regulares com o continente

Imagem de Marítimo procura em Vila do Conde esta segunda-feira mais uma vitória para o campeonato

Marítimo procura em Vila do Conde esta segunda-feira mais uma vitória para o campeonato

Imagem de Alemanha e Escócia disputam jogo inaugural em Munique

Alemanha e Escócia disputam jogo inaugural em Munique

Imagem de Cerca de 90% do investimento público em Portugal provém de verbas da coesão

Cerca de 90% do investimento público em Portugal provém de verbas da coesão

Imagem de Invasão russa condenada por 141 países

Invasão russa condenada por 141 países

Imagem de Acusação agravada por arma de fogo cai no caso do ator norte-americano Alec Baldwin

Acusação agravada por arma de fogo cai no caso do ator norte-americano Alec Baldwin

Imagem de Jardim diz que as eleições internas do PSD foram uma “trapalhada” (vídeo)

Jardim diz que as eleições internas do PSD foram uma “trapalhada” (vídeo)

Imagem de Diogo Jota não deve jogar com o Luxemburgo (vídeo)

Diogo Jota não deve jogar com o Luxemburgo (vídeo)

Imagem de Número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 37.598

Número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 37.598

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026