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China alerta na ONU para perigo do regresso da “lei da selva”
Foto: EPA
Política 26 set, 2025, 18:51

China alerta na ONU para perigo do regresso da “lei da selva”

A China comprometeu-se hoje perante a Assembleia Geral das Nações Unidas a trabalhar com a comunidade internacional na resolução de conflitos e alertou para o perigo do regresso da “lei da selva”.

“Se a era da lei da selva voltar (…), a humanidade enfrentará mais derramamento de sangue”, advertiu o primeiro-ministro Li Qiang ao discursar na sede da ONU, em Nova Iorque, em representação do Presidente chinês, Xi Jinping.

Li lembrou que a ONU, de que a China é um dos membros fundadores, foi criada após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e disse que, desde então, a humanidade viveu 80 anos de relativa tranquilidade.

Afirmou que o desejo de paz e desenvolvimento é agora mais forte do que nunca e pediu que a comunidade internacional não fique em silêncio nem se submeta “por medo dos poderosos” perante as injustiças.

Considerou que o mundo vive de novo um período de transformação e que “a mentalidade da Guerra Fria está a voltar”, com a ordem mundial a ser questionada e o sistema internacional dos últimos 80 anos a ser perturbado.

Li disse que a humanidade está “mais uma vez numa encruzilhada” e que os vários problemas que afetam atualmente o mundo preocupam o Governo da China.

“Como podemos ignorar as atrocidades que fazem com que a justiça desapareça e ficar impassível perante o que vemos”, questionou.

Li defendeu a solidariedade e a cooperação entre os povos, independentemente das divergências que possam ter, para que seja possível evitar novos conflitos globais e, pelo contrário, fomentar o desenvolvimento económico.

Nesse sentido, destacou o multilateralismo como única forma de se promover a paz e o progresso, e criticou o protecionismo no comércio mundial, embora sem referir os Estados Unidos, que impuseram taxas aduaneiras unilateralmente.

Li referiu que a China está pronta para “adotar medidas eficazes e coordenadas” com todas as partes que permitam alcançar soluções mais concretas para a paz e a estabilidade no mundo.

Pediu a todos os membros da ONU para que trabalhem em conjunto em prol da segurança mundial, referindo ser importante respeitar as “preocupações legítimas” particulares de países.

A China tem advertido a comunidade internacional para não interferir no caso de Taiwan, que considera ser um assunto interno, e ameaça tomar a ilha pela força se declarar a independência.

Li disse também que a China é o segundo maior contribuinte para o orçamento de manutenção da paz e o país que fornece mais soldados às forças da ONU de entre os países do Conselho de Segurança.

Salientou que a China contribui para promover a paz em questões como a guerra na Ucrânia e entre a Palestina e Israel, nos únicos conflitos a que aludiu.

O primeiro-ministro disse que o Presidente Xi Jinping tem proposto uma visão global sobre o mundo, com base no respeito entre as nações e no multilateralismo.

“Só quando todos os países recebem um tratamento igual e se exerce um verdadeiro multilateralismo é que poderão ser protegidos os direitos e interesses de todos”, acrescentou.

Lusa

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