O atual presidente da autarquia, Jorge Carvalho, justificou a decisão com erros imputados ao promotor da obra, considerando o processo nulo.
O vereador do Chega, Luís Filipe Santos, defendeu uma maior valorização e conhecimento do património regional, sublinhando a importância do cumprimento das normas patrimoniais.
A reunião ficou também marcada pelo debate em torno da habitação. António Trindade, do JPP, levantou várias questões sobre a atuação da vereação PSD/CDS, enquanto Rui Caetano, do PS, acusou o executivo camarário de não avançar com medidas concretas para responder aos problemas habitacionais no concelho.