Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Parlamento reaprecia quarta-feira decreto sobre hastear de bandeiras vetado por Seguro
Foto: República Portuguesa
Política 9 set, 2026, 18:26

Parlamento reaprecia quarta-feira decreto sobre hastear de bandeiras vetado por Seguro

A Assembleia da República vai reapreciar na próxima quarta-feira, em plenário, o decreto sobre regras para hastear bandeiras em edifícios públicos, vetado pelo Presidente da República, António José Seguro, em junho passado.

Este diploma foi aprovado em votação final global pela direita parlamentar, com a oposição das bancadas da esquerda, mas, após o veto do Presidente da República, o PSD anunciou que iria introduzir alterações.

“O PSD procurará fazer as alterações ao decreto conforme as preocupações e recomendações do senhor Presidente da República para depois voltar-se a apresentá-lo”, afirmou o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, em declarações à Lusa e ao jornal Público.

Se o decreto for alterado, o chefe de Estado volta a ter todas as possibilidades constitucionais em aberto: promulgação, veto ou envio para o Tribunal Constitucional.

Caso os partidos pretendessem confirmar – sem alterações – o decreto vetado pelo Presidente da República, este teria de ser aprovado novamente por maioria absoluta, sendo para tal necessários os votos do PSD.

O CDS-PP manifestou inicialmente a intenção de confirmar o diploma, mas também já tinha admitido abertura para “alterações pontuais”, enquanto o presidente do Chega, André Ventura, defendeu existir uma maioria suficiente para a confirmação.

Na mensagem que enviou ao parlamento, o Presidente da República justificou o veto ao decreto sobre a utilização de bandeiras em edifícios públicos com a distinção entre “causas humanitárias com reconhecimento constitucional e convencional expresso” e “posições político-partidárias”.

António José Seguro afirmou que não desconhece ou desvaloriza as “preocupações legítimas que terão presidido à iniciativa legislativa, nomeadamente a de preservar a dignidade e a neutralidade dos espaços institucionais do Estado”.

“Não obstante, não se pode ignorar que as causas humanitárias com reconhecimento constitucional e convencional expresso se colocam numa posição distinta das posições político-partidárias, na medida em que o Estado assumiu já compromissos normativos relativamente a estas”, lê-se na mensagem.

António José Seguro apontou também a utilização de “conceitos indeterminados, que nada contribuem para a clareza da lei, bem como para a sua correta aplicação”, considerando que os conceitos de “bandeira ideológica” e “bandeira associativa” não se encontram definidos no diploma, “permitindo especulação e incerteza sobre o seu preenchimento e, naturalmente, sobre a aplicação, ou não, das disposições legais que se pretendem efetivar no ordenamento jurídico”.

O diploma aprovado pelo Parlamento pretende proibir a “exibição, colocação ou hasteamento” em edifícios públicos de bandeiras “de natureza ideológica, partidária ou associativa, independentemente da sua natureza jurídica” e também de insígnias de “origem estrangeira, salvo no âmbito de atos oficiais de natureza diplomática ou protocolar”.

Nestes edifícios seriam permitidas apenas a bandeira nacional, a da União Europeia, as “bandeiras institucionais e heráldicas, nomeadamente das entidades do Estado, das regiões autónomas, das autarquias locais e dos serviços e entidades de natureza pública, das Forças Armadas, forças de segurança e respetivas unidades”.

 

Lusa

Pode também gostar

AR conclui que Carlos Pereira não podia ser impedido de se reunir com ex-CEO

AR conclui que Carlos Pereira não podia ser impedido de se reunir com ex-CEO

Sérgio Marques vai ser ouvido na comissão de inquérito (áudio)

Sérgio Marques vai ser ouvido na comissão de inquérito (áudio)

Parlamento chumba referendo sobre abolição das touradas

Parlamento chumba referendo sobre abolição das touradas

PCP é o primeiro partido da Assembleia da Madeira a ser ouvido por Marcelo

PCP é o primeiro partido da Assembleia da Madeira a ser ouvido por Marcelo

«Eu não disse que problema das urgências era culpa dos portugueses»

«Eu não disse que problema das urgências era culpa dos portugueses»

Parlamento rejeita fixar preço do gás de botija mas vai debater na especialidade descida do IVA

Parlamento rejeita fixar preço do gás de botija mas vai debater na especialidade descida do IVA

Governo Regional e CM do Porto Santo já têm solução para as Docas do Penedo do Sono (áudio)

Governo Regional e CM do Porto Santo já têm solução para as Docas do Penedo do Sono (áudio)

Mónica Freitas é uma estreante na política

Mónica Freitas é uma estreante na política

Plenário discutiu saúde e listas de espera (áudio)

Plenário discutiu saúde e listas de espera (áudio)

Orçamento do Estado foi aprovado na generalidade (vídeo)

Orçamento do Estado foi aprovado na generalidade (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026