O ex-dirigente madeirense terá utilizado, durante pelo menos seis anos, dinheiro das quotas dos associados para pagar despesas pessoais.
As irregularidades foram detetadas após a sua saída da liderança, em 2015, quando uma auditoria identificou um desvio de cerca de 120 mil euros.
Dionísio Câmara, que foi expulso do sindicato, reside atualmente na Madeira e encontra-se de baixa prolongada na PSP.
O antigo dirigente terá mesmo admitido os factos durante o julgamento.